A campanha é apresentada amanhã, dia 7 de junho, pelas 16H00, no Museu Erótico de Lisboa, e é constituída por spots de vídeo para televisão bem como outdoors e mupis que serão divulgados em várias cidades do País. Uma campanha realizada pela associação ABRAÇO em parceria com a agência Coming Soon e que estará igualmente nas redes sociais.
“Com a evolução dos tempos, o VIH mudou e em 2022, as pessoas que vivem com VIH vivem vidas normais”, assume a Dr.ª Cristina Sousa, presidente da associação. “Nestes últimos 30 anos, a ABRAÇO precisou de se reinventar diariamente para acompanhar este processo evolutivo, mas atualmente o VIH é considerado uma doença crónica, onde a própria medicação evoluiu e nós, enquanto associação, estivemos juntos em todos esses passos, sempre a cuidar de quem mais precisa”. Está na altura de a sociedade em geral ajudar a passar a mensagem de que quem vive com VIH e se encontra em tratamento, não transmite a doença. Se a sociedade estiver massivamente informada que tratamento= Indetetável = intransmissível existirá menos preconceito e discriminação associados a quem vive com a doença.
Desde cedo que a ABRAÇO assume um papel importante na literacia em saúde em termos de prevenção, rastreio, ligação aos cuidados de saúde e adesão ao tratamento. Com delegações em Lisboa, Setúbal, Aveiro, Porto, Braga e Funchal, a ABRAÇO, enquanto associação de apoio a pessoas com VIH/SIDA é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) com fins de saúde que desenvolve o seu trabalho na área da prestação de apoio a pessoas infetadas e afetadas pelo VIH/SIDA, hepatites víricas e outras IST.
