A utilização de nivolumab encontra-se atualmente financiada para 17 indicações no tratamento dos seguintes tipos tumorais: melanoma, cancro do pulmão, cancro gástrico, cancro do esófago e da junção gastroesofágica, cancro avançado da cabeça e do pescoço, mesotelioma pleural, carcinoma urotelial, cancro do rim e linfoma de Hodgkin.
“Estes financiamentos reforçam o compromisso da BMS com o avanço científico e a luta contra o cancro, 10 anos depois de termos disponibilizado a primeira imunoterapia em Portugal. O propósito da nossa companhia é liderar o caminho na investigação contra o cancro, proporcionando mais qualidade de vida aos doentes e cuidadores e aumentando consideravelmente o tempo médio de sobrevivência” afirma Juan Carlos Portasany, Commercial Director na BMS Portugal.
Segundo a presidente do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão, Ana Figueiredo “a introdução de novos esquemas terapêuticos no tratamento dos doentes com carcinoma do pulmão de células não pequenas metastizado permite ao médico adaptar o tratamento ao doente, tornando-o mais personalizado.” Para a pneumologista, o Nivolumab “foi uma lufada de ar fresco para todos os que se dedicam a tratar esta doença.”, acrescenta, destacando que “é interessante perceber a progressão deste fármaco ao longo dos anos, posicionando-se agora também em primeira linha, em combinação com o ipilimumab e quimioterapia, financiado em Portugal para doentes com expressão de PD-L1 inferior a 50%”.
De acordo com os relatórios públicos de avaliação das diferentes indicações terapêuticas agora financiadas, o nivolumab, em monoterapia ou em associação com ipilimumab e/ou com quimioterapia, demonstrou eficácia e segurança relativas como abordagem terapêutica em diversas histologias, diversas localizações tumorais e linhas de tratamento.
Salienta-se que, em praticamente todas as novas indicações terapêuticas financiadas, foi reconhecido valor terapêutico acrescentado de nivolumab, em monoterapia ou em associação, relativamente ao comparador selecionado pelo Infarmed
