No âmbito do Dia Mundial do Idoso, que se assinala a 1 de outubro, a Minisom destaca a importância de olhar para a perceção que os idosos têm sobre bem-estar e qualidade de vida e a forma como uma audição saudável pode integrar essa equação – uma dimensão muitas vezes esquecida do envelhecimento ativo.
Um estudo em Portugal, intitulado Active aging awareness and well-being among older adults in Portugal1, avaliou 613 pessoas com 65 ou mais anos e cruzou a consciência sobre envelhecimento ativo com fatores como escolaridade, condição económica, saúde percebida e bem-estar global. Os resultados mostram que os idosos com melhores condições de saúde, mais educação e mais recursos económicos revelam perceções mais elevadas sobre envelhecimento ativo, bem como níveis superiores de bem-estar.
Embora a investigação não se tenha debruçado especificamente sobre a audição, os autores sublinham que a saúde auditiva é um dos pilares centrais. Neste contexto, manter a capacidade auditiva deve ser visto como parte integrante de uma velhice plena. Quando a audição falha, aumentam o isolamento, a dificuldade de comunicação e o abandono de atividades sociais, exatamente o contrário do que se pretende num envelhecimento ativo. A audição surge, assim, como um fator crítico para garantir a participação social e prevenir o isolamento.
“Quando a audição falha, muitos idosos recuam para o silêncio. A comunicação é a ponte que lhes permite manter relações, participar e sentir que envelhecem de forma ativa. A deteção precoce e a reabilitação auditiva são essenciais nesse caminho”, explica Celso Martins, Audiologista e Responsável técnico da Minisom.
Com o objetivo de promover o envelhecimento ativo, a Minisom disponibiliza em todos os seus centros auditivos serviços de avaliação auditiva, diagnóstico e adaptação de soluções auditivas ajustadas a cada perfil e necessidade.
Fontes
¹ Organização Mundial da Saúde – Deafness and hearing loss. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/deafness-and-hearing-loss