A introdução das terapias celulares em Portugal traz esperança, mas também desafios complexos para os doentes oncológicos. Em entrevista, a hematologista Maria Gomes da Silva do IPO de Lisboa comentou a importância da iniciativa SHARP, que propõe uma agenda estratégica para ultrapassar esses obstáculos e garantir que os doentes oncológicos tenham acesso equitativo a terapêuticas inovadoras, nomeadamente no contexto do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A especialista salientou que “capacitarmos os centros em termos de recursos humanos, infraestruturas e organização é essencial” para que cada doente possa receber tratamento inovador com segurança e rapidez, sublinhando a importância de garantir que os custos não atrasem o acesso às terapêuticas através da identificação de modelos de financiamento uniformes em diferentes instituições.
Veja o seu depoimento.

