A decisão de comparticipar análogos GLP-1 apenas na diabetes expõe um paradoxo clínico e ético: tratam-se as complicações, ignora-se a doença de base. A obesidade é uma patologia crónica, com risco metabólico e cardiovascular elevado. Adiar o seu tratamento não reduz custos, agrava-os. Leia a opinião de Gil Faria, coordenador dos Centros de Tratamento da Obesidade do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, e do Grupo Trofa Saúde, e professor da FMUP.
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