PUB

Luís Cunha Ribeiro: “Os sistemas de saúde têm de ser organizados em nome dos interesses dos utentes”

Complexa. Eis um dos termos usados por Luís Cunha Ribeiro, presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde e Vale do Tejo, durante a entrevista que concedeu ao Jornal Médico e publicada na edição de julho.

Jornal Médico ( JM) – Face aos diversos investimentos, neste momento, na ARSLVT, quais são os pilares base de trabalho no que respeita aos cuidados de saúde primários e do ponto de vista hospitalar?

Luís Cunha Ribeiro (LCR) – Trata-se de uma pergunta complicada na razão direta do grau de complexidade da ARSLVT. Esta ARS é um instituto público com um orçamento que supera 1,3 mil M€. É muito dinheiro! A sua gestão, com uma dificuldade proporcional à “dimensão em causa”, é por isso complexa, envolvendo responsabilidade quer na área hospitalar, quer nos cuidados de saúde primários. Em linhas gerais, temos ainda uma nova responsabilidade, que surgiu com a extinção do IDT e a incorporação das suas estruturas dentro das ARS. Ao nível hospitalar, embora as EPE sejam predominantes, ainda temos dois hospitais SPA (Centro Hospitalar do Oeste e Hospital Psiquiátrico de Lisboa) e três parcerias público-privadas (PPP): Cascais, Vila Franca e Loures.

Finalmente, não podemos esquecer que Lisboa dispõe de dois grandes polos universitários centrados à volta dos Centros Hospitalares Lisboa Norte e Lisboa Central (que esperamos ver migrar para o futuro Hospital Oriental de Lisboa, o “Hospital de Todos os Santos”). É importante não esquecer que se trata da capital, acolhendo muitos estrangeiros e utentes de outras regiões. Existe, assim, um conjunto de desafios aos quais é necessário dar resposta.

 

A entrevista na íntegra pode ser lida AQUI.

Sexta-feira, 12 Julho 2013 13:53


PUB