A evolução da investigação clínica, com participação de Portugal, tem permitido uma compreensão mais profunda dos mecanismos que conduzem à progressão da esclerose múltipla. Em entrevista, João Cerqueira, neurologista na Unidade Local de Saúde de Braga, detalha o impacto das novas classes de terapias imunossupressoras e imunomoduladoras, explorando como a inovação farmacológica e a monitorização por biomarcadores estão a transformar o prognóstico da incapacidade e a qualidade de vida dos doentes.
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