No âmbito do Dia Mundial das Doenças Raras, a Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) alerta sobre os desafios persistentes que marcam o percurso dos doentes com linfoma cutâneo de células T (LCCT) no país, nomeadamente o atraso crónico no diagnóstico e a ausência de dados epidemiológicos nacionais consolidados. Manuel Abecasis, presidente do Conselho de Administração da APCL, sublinha a urgência de uma resposta coordenada: “É fundamental reforçar a literacia sobre sinais de alerta quando lesões cutâneas persistem sem resposta a terapêuticas convencionais.”
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