A transição para a era digital está a abrir portas sem precedentes no tratamento das epilepsias raras em idade pediátrica. Em entrevista a propósito do 37.º Encontro Nacional de Epileptologia, Cristina Pereira, da ULS de Coimbra, apresenta as novas oportunidades de monitorização remota que prometem transformar a qualidade de vida de crianças e cuidadores. Através de quatro eixos fundamentais — auto-monitorização, deteção automática, predição de crises e telemedicina —, a especialista detalha como tecnologias emergentes, desde implantes de EEG subcutâneos a algoritmos de inteligência artificial, estão a colmatar atrasos no diagnóstico e a oferecer uma segurança contínua que os métodos tradicionais não conseguiam assegurar.
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