A dor é a principal razão para uma consulta médica e a sua manifestação aguda tem um impacto profundo na qualidade de vida, contribuindo significativamente para o absentismo laboral e escolar. Para aprofundar a temática da gestão da dor aguda e da dismenorreia primária, o Jornal Médico entrevistou Rui Prado Costa, médico assistente hospitalar de Medicina Física e de Reabilitação, da USL São João.
O especialista sublinha a importância central da avaliação da dor e das escalas clínicas para determinar a correta abordagem do doente, detalhando ainda os quadros de dor aguda mais prevalentes que causam limitações diárias.

