A abordagem à esclerose múltipla em idades mais avançadas exige um equilíbrio minucioso entre a eficácia do tratamento e a fragilidade de um sistema imunitário envelhecido. No âmbito do evento Trust4Life da Merck, o especialista Carlos Capela, da Unidade Local de Saúde de São José, defendeu que a escolha terapêutica nesta fase deve priorizar a redução de riscos de infeção e a minimização de interações medicamentosas.
O neurologista destacou que o envelhecimento biológico e as patologias associadas são fatores decisivos na personalização do cuidado ao doente.
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