“Em Portugal, a maioria dos doentes com dor são tratados por anestesiologistas, pelo que pretendemos consolidar o nosso papel na abordagem da dor aguda pós-operatória, na dor resultante do trauma e de procedimentos e na equipa multidisciplinar de abordagem ao doente com dor crónica oncológica ou não oncológica”, explica a médica Ana Cristina Mangas, coordenadora do Grupo de Estudo de Medicina da Dor.
Para promover o desenvolvimento e atualização profissional contínuo dos profissionais de saúde, o Grupo de Estudo de Medicina da Dor vai estabelecer uma parceria com a Fundação Grünenthal que permita a criação de oportunidades educativas como ações de formação, bolsas e estágios.
Este Grupo de Estudo da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia pretende também promover a investigação clínica de qualidade, estreitando a colaboração entre investigadores e clínicos de forma a possibilitar um melhor conhecimento da dor crónica e aguda assim com o seu tratamento.
A dor crónica é uma situação de dor persistente que, se não for adequadamente tratada, poderá afetar gravemente a qualidade de vida das pessoas e conduzir à incapacidade para o trabalho. Em Portugal, a dor crónica afeta mais de 30 por cento da população adulta. Para mais informações consulte: http://www.spanestesiologia.pt