Minoritária em número, mas desproporcionada no impacto, a asma grave continua subdiagnosticada e subtratada. José Coutinho Costa, pneumologista e coordenador da Comissão de Trabalho de Asma e Alergologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, considera que entrou numa nova era terapêutica, destacando o impacto transformador dos biológicos na redução de exacerbações e na melhoria da qualidade de vida.
Alerta, porém, que persistem falhas no diagnóstico precoce, no acesso equitativo e no reconhecimento do peso clínico e socioeconómico da doença.
Leia a entrevista.

