A sobrevivência prolongada no cancro da próstata está a redefinir prioridades clínicas. Se o controlo oncológico permanece ancorado num marcador simples e altamente sensível, o PSA, a realidade atual impõe uma nova exigência: gerir o impacto sistémico das terapêuticas e das comorbilidades associadas. Veja a entrevista do urologista do IPO de Coimbra Pedro Peralta.
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