Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) identificou um novo papel desempenhado pela proteína STEP (Striatal-Enriched Protein Tyrosine Phosphatase) no desenvolvimento e funcionamento das ligações entre neurónios, uma descoberta que poderá contribuir para futuras estratégias terapêuticas para a síndrome do X Frágil, a forma hereditária mais comum de deficiência intelectual e uma das principais causas genéticas do autismo. Para Ramiro Almeida, coordenador do estudo, os resultados agora obtidos poderão ter implicações importantes a médio e longo prazo.
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