A criação de canais de comunicação objetivos e estruturados entre diferentes instituições hospitalares assume um papel prioritário no seguimento de doentes sob terapêuticas dirigidas inovadoras. Esta necessidade logística foi destacada por Inês Leal, oftalmologista na Unidade Local de Saúde de Santa Maria, em declarações à News Farma. A especialista, que integrou o painel de palestrantes no simpósio satélite da AbbVie dedicado à “Gestão da Toxicidade Ocular de Tratamento Oncológico” – centrado num conjugado de fármaco com anticorpo dirigido ao recetor alfa de folato (FRα) –, defendeu a urgência de estabelecer modelos de cooperação e de seguimento partilhado que evitem falhas no percurso de doentes com perfis complexos.
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