“O queratocone não é uma doença homogénea e a sua apresentação pode variar significativamente de doente para doente”, afirma Mariana Francisco, médica interna de Oftalmologia na ULS de Coimbra e primeira autora de estudo nacional que analisou cinco fenótipos distintos da doença e identificou diferenças relevantes na gravidade e na apresentação clínica.
O trabalho, descrito como possivelmente “o maior estudo de caracterização fenotípica do queratocone publicado em Portugal”, poderá contribuir para uma abordagem mais individualizada da doença.
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