Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) identificou um conjunto de sinais clínicos e queixas cognitivas não explicáveis pelo envelhecimento normativo que indicam um risco acrescido de evolução para demência, como a doença de Alzheimer.
O estudo, publicado na revista Sinapse (da Sociedade Portuguesa de Neurologia), foi coordenado por Rui Araújo, médico neurologista e professor da FMUP, e contou com a participação de Mafalda Silva, médica interna de formação geral e investigadora da FMUP. Os autores defendem que a caracterização detalhada deste perfil de risco é determinante para acelerar a referenciação hospitalar, direcionar o uso de novos biomarcadores e intervir antes que ocorra a perda irreversível de autonomia.
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