Neste artigo de opinião de Tiago Meirinhos, diretor do Serviço de Reumatologia da ULS Gaia e Espinho, e de Filipe Cabral, especialista em Medicina Geral e Familiar na ULS Tâmega e Sousa é lançado um alerta fundamental sobre a forma como a sociedade e os doentes desvalorizam as fraturas ósseas. Frequentemente justificadas como um mero “azar” ou uma consequência inevitável do envelhecimento, estas lesões escondem, na grande maioria das vezes, uma doença silenciosa, subdiagnosticada e subtratada: a osteoporose.
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