Apoiar a implementação de projetos e iniciativas que possam otimizar a comunicação na hipertensão (HTA) é o principal objetivo desta 3.ª edição do Prémio Missão 70/26. O foco da edição deste ano, como explica Fernando Martos Gonçalves, presidente da Sociedade Portuguesa de Hipertensão (SPH), é melhorar a forma como se fala desta doença junto de diferentes públicos, contribuindo com estratégias que permitam deixar “uma boa marca” nos cuidados fornecidos aos doentes. Assista à entrevista.
“A comunicação é algo fundamental. Depois dos dois prémios anteriores, nomeadamente sobre adesão e literacia, faz sentido agora falarmos da comunicação. Este é um pilar fundamental na gestão da hipertensão arterial”, defende.
Na opinião do especialista, a iniciativa Missão 70/26 promovida pela SPH, em parceria com a Servier Portugal, é muito importante, pois existem sempre ideias inovadoras que permitem oferecer um contributo real para a saúde em Portugal. E, como prova deste impacto, relembra que já aderiram à Missão 70/26 mais de 12 mil profissionais de saúde. No que diz respeito às edições anteriores do Prémio Missão 70/26 foram muitas dezenas os projetos submetidos nos anos anteriores.
“Estou certo de que há boas ideias. Podemos fazer a diferença e mesmo podendo ser um projeto simples, pode melhorar muito os cuidados de saúde dos doentes”, relembra, deixando um convite de incentivo à participação nesta 3ª edição do Prémio Missão 70/26.
O Prémio Missão 70/26 pretende, até 2026, alcançar um grau de controlo tensional em, pelo menos, 70% dos doentes hipertensos, entre os 18-64 anos, vigiados pelos Cuidados de Saúde Primários*.
As candidaturas decorrem até 30 de novembro de 2025. Saiba mais sobre o Prémio Missão 70/26.
* Dados do Bilhete de Identidade dos Cuidados de Saúde Primários (BiCSP)
