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	<title>News Farma</title>
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	<description>Comunicamos Saúde.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Nov 2026 15:25:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>News Farma</title>
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		<title>29.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos debate o futuro da profissão sob o mote “Ser médico num mundo em evolução”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 15:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 29.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos realiza-se nos dias 12 e 13 de novembro, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, sob o tema “Ser médico num mundo em evolução”. Em entrevista, José Torres da Costa, presidente do Congresso, antecipa um programa que coloca em debate a inteligência artificial (IA), a organização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O 29.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos realiza-se nos dias 12 e 13 de novembro, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, sob o tema “Ser médico num mundo em evolução”. Em entrevista, <strong>José Torres da Costa</strong>, presidente do Congresso, antecipa um programa que coloca em debate a inteligência artificial (IA), a organização do Serviço Nacional de Saúde (SNS), a formação médica e os desafios da profissão, convidando os médicos a participar em dois dias de reflexão, partilha e convívio. Assista à entrevista.</p>
<div style="padding: 56.25% 0 0 0; position: relative;"><iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" title="002_JOSÉ TORRES DA COSTA-" src="https://player.vimeo.com/video/1244224753?h=844c4e42ca&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script><br />
A IA estará entre os temas em debate no Congresso, com três mesas dedicadas à reflexão sobre o impacto desta tecnologia na atividade médica e as oportunidades que poderá trazer para o futuro da profissão.</p>
<p>“Vai ser de tal forma disruptivo e as oportunidades vão ser tantas que acho que aqui vamos ter de inverter o ditado: fechou-se uma janela e abriu-se uma porta”, antecipa José Torres da Costa, defendendo uma abordagem centrada no aproveitamento das potencialidades da IA.</p>
<p>O programa inclui também debates sobre a evolução das Unidades Locais de Saúde (ULS), a distribuição dos médicos em Portugal, a atratividade das especialidades e os desafios da formação pós-graduada, incluindo o ensino por competências e a liderança clínica.</p>
<p>O Congresso conta já com cerca de 540 inscritos e uma forte adesão à apresentação de projetos de inovação tecnológica e organizacional.</p>
<p>Entre os momentos do programa, José Torres da Costa destaca ainda a sessão “Conversas com História”, agendada para dia 13 de novembro, que contará com a participação de Alexandre Quintanilha e Carlos Fiolhais, moderada por Carlos Magno.</p>
<p>O presidente do Congresso reforça a importância da participação presencial, sublinhando que o encontro pretende privilegiar a proximidade e a troca de experiências entre profissionais. “O convívio e o falar inter pares no congresso acho que é importante”, afirma, deixando o convite aos colegas: “Com tantos atrativos não têm nenhuma justificação para não ir.”</p>
<p>Saiba mais no <a href="https://congressonacionalom.pt/congresso/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> </a>oficial.</p>
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		<title>Especialistas alertam para aumento contínuo da incidência do cancro do pâncreas</title>
		<link>https://newsfarma.pt/atualidade/especialistas-alertam-para-aumento-continuo-da-incidencia-do-cancro-do-pancreas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Clube Português do Pâncreas (CPP), uma secção especializada da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), vai promover uma campanha nacional de consciencialização para o cancro do pâncreas, um dos cancros mais letais e silenciosos. Sob o mote “O tempo de agir é agora”, a ação surge no âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pâncreas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Clube Português do Pâncreas (CPP), uma secção especializada da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), vai promover uma campanha nacional de consciencialização para o cancro do pâncreas, um dos cancros mais letais e silenciosos.</p>
<p>Sob o mote “O tempo de agir é agora”, a ação surge no âmbito do Dia Mundial do Cancro do Pâncreas, que este ano se assinala a 19 de novembro, decorrerá nas redes sociais, com o objetivo de alertar a população para a importância de prevenir e detetar a doença.</p>
<p>“As projeções indicam que, até 2035, o cancro do pâncreas poderá tornar-se a 2.ª principal causa de morte por cancro em Portugal e no mundo. Neste sentido, é importante que as pessoas reconheçam os fatores de risco associados ao cancro do pâncreas”, alerta Alexandra Fernandes, médica gastrenterologista e presidente do CPP.</p>
<p>“No ano de 2024, em Portugal, foram diagnosticados 2.191 novos casos e 2.051 mortes, destacando o cancro do pâncreas como o sexto mais fatal. Estes valores traduzem a taxa de sobrevivência global a cinco anos de apenas 13%. Nos casos localizados esta taxa pode atingir os 44%, mas o valor diminui para 3% quando a doença já se encontra metastizada”, refere a especialista.</p>
<p>E acrescenta: “Embora os sintomas do cancro do pâncreas possam ser confundidos com outras doenças digestivas, é fundamental saber reconhecê-los: dor abdominal que pode irradiar para as costas, perda de peso inexplicável, alterações digestivas como indigestão, vómitos ou diarreia, aparecimento súbito ou agravamento da diabetes e icterícia (pele e olhos amarelados), entre outros”.</p>
<p>O cancro do pâncreas desenvolve-se quando as células desta glândula abdominal crescem de forma descontrolada. A forma mais comum, o adenocarcinoma ductal pancreático, representa mais de 90% dos casos e é conhecida pela sua elevada agressividade.</p>
<p>Embora a idade e a predisposição genética sejam fatores impossíveis de alterar, existem outros fatores de risco associados ao estilo de vida que podem ser prevenidos, tais como: tabagismo; obesidade e excesso de peso; diabetes; dieta rica em açúcares refinados, gorduras, carnes vermelhas e produtos processados e pancreatite crónica, muitas vezes secundária ao alcoolismo crónico e hábitos tabágicos.</p>
<p>Para mais informações sobre o Cancro do Pâncreas, consulte o site da Saúde Digestiva, através do seguinte <a href="https://saudedigestiva.pt/">link</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Da inteligência artificial à cirurgia robótica:  CUF debate avanços no diagnóstico e tratamento  de tumores ginecológicos</title>
		<link>https://newsfarma.pt/atualidade/da-inteligencia-artificial-a-cirurgia-robotica-cuf-debate-avancos-no-diagnostico-e-tratamento-de-tumores-ginecologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hospital CUF Descobertas organiza, entre os dias 9 e 11 de novembro, a 5.ª edição do Curso Avançado de Ecografia Ginecológica, um encontro científico dedicado aos tumores ginecológicos, sob o tema “Massas Anexiais: Construindo Pontes &#8211; Ecografia, Ressonância Magnética, Cirurgia”, que reúne especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios do diagnóstico e tratamento [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/atualidade/da-inteligencia-artificial-a-cirurgia-robotica-cuf-debate-avancos-no-diagnostico-e-tratamento-de-tumores-ginecologicos/">Da inteligência artificial à cirurgia robótica:  CUF debate avanços no diagnóstico e tratamento  de tumores ginecológicos</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hospital CUF Descobertas organiza, entre os dias 9 e 11 de novembro, a 5.ª edição do Curso Avançado de Ecografia Ginecológica, um encontro científico dedicado aos tumores ginecológicos, sob o tema “Massas Anexiais: Construindo Pontes &#8211; Ecografia, Ressonância Magnética, Cirurgia”, que reúne especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios do diagnóstico e tratamento destas patologias.</p>
<p>O programa integra sessões dedicadas à utilização da Inteligência Artificial na avaliação do risco de malignidade de tumores, aos critérios de seleção para cirurgia robótica e ao papel da imagiologia na preservação da fertilidade em mulheres jovens com diagnóstico oncológico. Inclui ainda o Simpósio de Ensino IOTA (International Ovarian Tumor Analysis), sessões multidisciplinares de discussão de casos clínicos (Tumor Boards), com a participação de equipas de instituições nacionais e internacionais, e demonstrações de ecografia ao vivo.</p>
<p>Coordenado por Dusan Djokovic e Rui Viana, médicos especialistas no Hospital CUF Descobertas, este encontro pretende promover a atualização científica, a partilha de experiência clínica e a formação avançada. A iniciativa conta com a participação de especialistas portugueses e provenientes da Bélgica, França e Polónia, entre os quais Dirk Timmerman e Wouter Froyman, responsáveis pelo Simpósio de Ensino IOTA.</p>
<p>Dirigido a médicos especialistas e internos de Ginecologia/Obstetrícia e Radiologia, o curso pretende contribuir para o aprofundamento do conhecimento e para a melhoria da abordagem diagnóstica e terapêutica dos tumores ginecológicos.</p>
<p>A inscrição é obrigatória, através <a href="https://www.google.com/url?q=https://academiacuf.up.events/activities/view/14831&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1794395976000000&amp;usg=AOvVaw31Z-K6_vZ0A4ZfQAt9huep">deste link</a>, no qual também é possível consultar o programa do evento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>79% dos adultos com doenças crónicas inquiridos estão preocupados com o impacto dos vírus respiratórios na sua doença</title>
		<link>https://newsfarma.pt/atualidade/79-dos-adultos-com-doencas-cronicas-inquiridos-estao-preocupados-com-o-impacto-dos-virus-respiratorios-na-sua-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São substanciais e frequentemente prolongadas as perturbações que o VSR pode causar na vida quotidiana de adultos com determinadas doenças crónicas1, revelam os dados de um inquérito da GSK. Perturbações que têm um impacto negativo na saúde mental, reduzem a confiança na gestão das doenças existentes e levam a uma maior dependência de terceiros para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/atualidade/79-dos-adultos-com-doencas-cronicas-inquiridos-estao-preocupados-com-o-impacto-dos-virus-respiratorios-na-sua-doenca/">79% dos adultos com doenças crónicas inquiridos estão preocupados com o impacto dos vírus respiratórios na sua doença</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São substanciais e frequentemente prolongadas as perturbações que o VSR pode causar na vida quotidiana de adultos com determinadas doenças crónicas<sup>1</sup>, revelam os dados de um inquérito da GSK. Perturbações que têm um impacto negativo na saúde mental, reduzem a confiança na gestão das doenças existentes e levam a uma maior dependência de terceiros para a realização das tarefas diárias.<sup> 1</sup></p>
<p>Para assinalar a Semana de Sensibilização para o VSR de 2026, que decorre entre 2 e 8 de novembro, foram inquiridos 6 041 adultos com 18 ou mais anos, em 10 países, com determinadas doenças crónicas (doenças cardiovasculares, diabetes tipo 1 e 2, asma, doença pulmonar obstrutiva crónica &#8211; DPOC, doença renal crónica e hipertensão) sobre a sensibilização e as experiências associadas ao VSR.<sup> 1</sup></p>
<p>O impacto dos vírus respiratórios nos inquiridos foi particularmente acentuado em alguns grupos: mais de metade (52%) dos adultos com asma referiu que os seus sintomas se agravaram quando contraíram um vírus respiratório, tal como 45% das pessoas com DPOC, 35% das pessoas com doença renal crónica, 29% das pessoas com doenças cardiovasculares e 27% das pessoas com diabetes.<sup>1</sup></p>
<p>Entre todos os inquiridos, mais de um terço (36%) teve uma recuperação mais demorada do que o esperado, um quarto (25%) precisou de consultas adicionais ao médico de família ou aos serviços de cuidados de saúde primários e 18% recorreram a serviços de urgência.<sup>1</sup></p>
<p>Entre aqueles que tinham tido contacto específico com o VSR, os efeitos podiam prolongar-se muito para além da infeção inicial: 40% afirmaram que a sua saúde ficou comprometida durante um mês ou mais, enquanto quase 1 em cada 10 (9%) referiu que demorou mais de um ano até que a sua saúde voltasse ao normal ou que ainda não tinha recuperado totalmente.<sup>1</sup></p>
<p>Mais de metade (55%) descreveu os seus sintomas de VSR como moderadamente graves ou muito graves, sendo que esta percentagem aumentava para 68% entre os inquiridos com doença renal crónica ou DPOC, 64% entre aqueles com doença cardiovascular e 63% entre aqueles com asma.<sup>1</sup></p>
<p>“Viver com uma doença crónica significa ter de pensar cuidadosamente na saúde todos os dias. Quando o VSR ou outra infeção respiratória surge, o impacto pode ir muito além de uma indisposição durante alguns dias. Pode afetar a independência e a capacidade de continuar a fazer as coisas que são importantes. As pessoas que vivem com doenças crónicas devem questionar o seu profissional de saúde sobre quais as medidas que podem tomar para ajudar a prevenir a infeção por VSR”, refere Joana Louro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A dimensão do problema em Portugal</strong></p>
<p>Em Portugal, os dados do estudo ROSA<sup>11</sup>, um estudo retrospetivo de base de dados, o primeiro que analisou o impacto da doença provocada pelo VSR, em contexto hospitalar em pessoas maiores de idade, mostram que, no período analisado, as hospitalizações associadas ao VSR representaram até 10% das hospitalizações por infeções respiratórias incluídas na análise, com custos diretos médios por hospitalização de aproximadamente 4 757 euros.</p>
<p>O estudo observou uma mortalidade hospitalar de cerca de 20% nos doentes hospitalizados com infeção por VSR e de cerca de 13% nos doentes hospitalizados com gripe. Foram também observadas diferenças no tempo de internamento e na necessidade de oxigénio e cuidados intensivos, evidenciando uma carga clínica hospitalar relevante associada ao VSR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma lacuna na conversa com os profissionais de saúde</strong></p>
<p>O VSR pode causar doença respiratória em adultos com 60 ou mais anos.<sup> 2</sup> Em 2019, só nos países desenvolvidos, estimou-se que o VSR fosse responsável por cerca de 470 000 hospitalizações e 33 000 mortes hospitalares em adultos com 60 anos ou mais<sup>4</sup>. Os adultos que vivem com doenças cardiovasculares, diabetes, doença renal crónica, asma e DPOC apresentam um risco acrescido de doença grave por VSR, como a doença do trato respiratório inferior (DTRI) e as suas complicações.<sup>5,6</sup></p>
<p>Apesar deste impacto potencial, a sensibilização nem sempre se traduz em conversas com profissionais de saúde. Quatro em cada cinco (79%) inquiridos afirmaram estar preocupados com a possibilidade de um vírus respiratório interferir no controlo da sua doença crónica ou agravar os seus sintomas.<sup> 1 </sup>No entanto, quase metade (46%) não tinha discutido o VSR com um profissional de saúde nos últimos dois anos, incluindo um terço (33%) que afirmou nunca ter abordado o assunto.<sup>1 </sup>Esta discrepância foi particularmente notória entre os inquiridos mais idosos: 66% dos adultos com idades compreendidas entre os 18 e os 49 anos tinham discutido o VSR com um profissional de saúde nos últimos dois anos, em comparação com 45% dos adultos com 50 anos ou mais.<sup>1</sup></p>
<p>“Estes resultados destacam uma lacuna importante entre o impacto potencial do VSR e a gravidade com que esse risco está a ser considerado pelas pessoas que vivem com determinadas doenças crónicas. Uma maior sensibilização para o VSR e as suas potenciais consequências pode ajudar a garantir que seja reconhecido como uma parte importante da saúde respiratória em geral e incentivar os adultos que vivem com determinadas doenças crónicas a considerar os riscos de uma infeção por VSR”, Robalo Cordeiro.</p>
<p>Os dados do inquérito sublinham a necessidade de tornar o VSR uma parte mais visível do debate sobre a saúde respiratória e as doenças crónicas. Para os adultos que possam estar em risco acrescido, falar com um profissional de saúde pode ajudá-los a compreender melhor o VSR e as medidas que podem tomar para ajudar a prevenir uma infeção por VSR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Semana de Sensibilização para o VSR</strong></p>
<p>A Semana de Sensibilização para o VSR de 2026 (2 a 8 de novembro) tem como objetivo aumentar a compreensão sobre o VSR e o seu impacto nos adultos e nas pessoas que vivem com determinadas doenças crónicas. A campanha incentiva os adultos que possam estar em risco acrescido a reconhecerem o VSR como mais do que um vírus respiratório sazonal, destacando os transtornos que pode causar à saúde, à independência e à vida quotidiana, e promovendo conversas mais proativas e informadas com os profissionais de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<ol>
<li>Human8 on behalf of GSK. August 2026. RSV Awareness Week Survey of 6,041 adults aged 18 and over in 10 countries (Australia, Japan, Taiwan, Mexico, Brazil, Canada, Poland, Germany, Spain and Italy). Data on File.</li>
<li>Wildenbeest JG, et al. Respiratory syncytial virus infections in adults: a narrative review. Lancet Respir Med. 2024;12(10):822–836.</li>
<li>Savic M, et al. Respiratory syncytial virus disease burden in adults aged 60 years and older in high-income countries: a systematic literature review and meta-analysis. Influenza Other Respir Viruses. 2023;17(1):e13031.</li>
<li>Panozzo CA, et al. Leveraging Real-World Evidence to Define Severe RSV Lower Respiratory Tract Disease in Adults. Infect Dis Ther. 2025;14(1):275–281.</li>
<li>Njue A, et al. Systematic literature review of risk factors for poor outcomes among adults with respiratory syncytial virus infection in high-income countries. Open Forum Infect Dis. 2023;10(11):ofad513.</li>
<li>Centers for Disease Control and Prevention (CDC). About RSV. Available at: <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.cdc.gov/rsv/about/index.html&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1794503527000000&amp;usg=AOvVaw2-HwvLhRJedHCHfpRnzCAq">https://www.cdc.gov/rsv/about/index.html</a> Last accessed: September 2026.</li>
<li>National Institute of Allergy and Infectious Diseases, Respiratory Syncytial Virus (RSV). Available at: <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.niaid.nih.gov/diseases-conditions/respiratory-syncytial-virus-rsv&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1794503527000000&amp;usg=AOvVaw2zuKZFVYh_iqhhD4FZC8tN">https://www.niaid.nih.gov/diseases-conditions/respiratory-syncytial-virus-rsv</a>. Last accessed: September 2026.</li>
<li>Centers for Disease Control and Prevention. RSV in Adults. Available at: <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.cdc.gov/rsv/adults/index.html&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1794503527000000&amp;usg=AOvVaw3Rz5JkQ2mgay8G-9AT-o_O">https://www.cdc.gov/rsv/adults/index.html</a>. Last accessed: September 2026.</li>
<li>Centers for Disease Control and Prevention. Clinical Overview of RSV. Available at: <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.cdc.gov/rsv/hcp/clinical-overview/index.html&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1794503527000000&amp;usg=AOvVaw3rwL4_9RV3_qJK80BMWCE7">https://www.cdc.gov/rsv/hcp/clinical-overview/index.html</a>. Last accessed: September 2026.</li>
<li>Grace M, et al. Economic burden of respiratory syncytial virus infection in adults: a systematic literature review. J Med Econ. 2023;26(1):742–759.</li>
<li>Poster ARBI0133 &#8211; Clinical and economic burden of respiratory syncytial virus among adults hospitalized with acute respiratory infections in Portugal &#8211; 13th International RSV Symposium | March 12-15, 2025 | Iguazu Falls, Brazil</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Integração de cuidados no SNS em Portugal permanece como um dos maiores desafios estruturais na saúde do país</title>
		<link>https://newsfarma.pt/atualidade/integracao-de-cuidados-no-sns-em-portugal-permanece-como-um-dos-maiores-desafios-estruturais-na-saude-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) acaba de apresentar os resultados da terceira edição do Barómetro de Integração de Cuidados (BIC), um estudo realizado pela EY Portugal que avaliou a perceção de 2.676 profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de 39 Unidades Locais de Saúde (ULS), sobre o nível de integração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) acaba de apresentar os resultados da terceira edição do Barómetro de Integração de Cuidados (BIC), um estudo realizado pela EY Portugal que avaliou a perceção de 2.676 profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), de 39 Unidades Locais de Saúde (ULS), sobre o nível de integração de cuidados nas suas unidades. As principais conclusões revelam uma pontuação global de 3,29 pontos numa escala de 1 a 5, mantendo-se inalterada face à edição anterior, e apontam para a necessidade de reforçar os mecanismos de coordenação, partilha de informação e gestão integrada.</p>
<p>O BIC é uma iniciativa promovida pela APAH, com o apoio técnico da EY e dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), apoio da Bayer Portugal e apoio institucional da <em>Portuguese Association for Integrated Care </em>(PAFIC). O questionário foi constituído por 53 afirmações, divididas por 6 dimensões: clínica, informação, normativa, administrativa, financeira e sistémica, que foram avaliadas numa escala de 1 a 5 de acordo com o nível de concordância ou “NS – Não Sei” caso o inquirido não tenha informações suficientes para avaliar conscientemente uma questão.</p>
<p>De acordo com Xavier Barreto, presidente da APAH, <em>“o Barómetro de Integração de Cuidados assume um papel impo</em>rtante na identificação das áreas que exigem maior atenção e investimento para melhorar a articulação entre unidades e a continuidade dos cuidados prestados aos utentes. A manutenção da pontuação global face à edição anterior demonstra que ainda existem desafios por ultrapassar. É, por isso, essencial dar continuidade a este trabalho, reforçando o compromisso, a liderança e os recursos necessários para superar as fragilidades identificadas e alcançar melhores resultados”.</p>
<p>Os diferentes grupos profissionais dentro do SNS têm perceções diferentes da integração de cuidados, influenciadas pelos seus papéis e pelas Unidades em que trabalham. Segundo Hermano Rodrigues, Principal Parthenon, Strategy &amp; Execution da EY Portugal, “este estudo dá voz a quem está no terreno e mostra que compreender a realidade é o primeiro passo para transformar os desafios da integração de cuidados de saúde em oportunidades de evolução”.</p>
<p>Entre as seis dimensões avaliadas, a Normativa continua a apresentar a perceção mais positiva, com 3,97 pontos, refletindo o reconhecimento da existência de normas, regulamentos e referenciais comuns às unidades que integram as ULS.  Em sentido inverso, a Dimensão Financeira é a que regista pior desempenho (2,90), com 52% dos profissionais a afirmarem “não saber” responder a questões relacionadas com financiamento.</p>
<p>A comparação em função do tempo de funcionamento das ULS indica que as unidades criadas antes de 2024 apresentam uma perceção global mais positiva da integração de cuidados (3,42 pontos) do que as mais recentes (3,28 pontos). Embora as primeiras continuem a registar melhores resultados, a diferença entre os dois grupos diminuiu face à edição anterior. Esta aproximação poderá estar associada à consolidação progressiva do modelo de funcionamento das ULS mais recentes.</p>
<p>Existem algumas diferenças entre regiões, com o Alentejo a apresentar a perceção global mais positiva (3,33), seguido de perto pelo Norte (3,32), e o Algarve a apresentar a menos positiva (3,00). Apesar destas diferenças, o padrão entre dimensões é bastante semelhante: a Normativa apresenta a perceção mais positiva em todas as regiões, enquanto a Financeira apresenta a menos positiva, sugerindo que os principais pontos fortes e desafios são relativamente transversais às várias regiões.</p>
<p>Ao nível da integração clínica, a gestão transversal do percurso do doente surge também como uma oportunidade de evolução, nomeadamente pela reduzida perceção de atribuição de gestores de caso. Nas regiões Norte e Centro, a classe de Técnicos Auxiliares de Saúde e Administradores Hospitalares continuam a apresentar melhor perceção de integração clínica.</p>
<p>Não obstante, os resultados mostram que a integração é mais reconhecida nos elementos que estabelecem uma base comum de funcionamento entre as diferentes unidades. A existência de ferramentas e canais de comunicação partilhados, como a Intranet e o acesso aos contactos dos profissionais, está entre os aspetos mais bem avaliados. No conjunto, a análise sugere que estão consolidadas várias das condições estruturais necessárias à integração.</p>
<p>Em suma, persistem desafios na transformação destas condições estruturais em práticas efetivas de integração no quotidiano das ULS. A reduzida visibilidade sobre a componente financeira, nomeadamente sobre os custos associados aos doentes e às patologias, continua a ser uma fragilidade. A articulação entre unidades funcionais apresenta também margem de melhoria, tanto no conhecimento da atividade das restantes unidades como nos incentivos à cooperação.</p>
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		<title>Prémio Maria de Sousa apoia cinco jovens cientistas na procura de novas respostas para grandes desafios da saúde</title>
		<link>https://newsfarma.pt/atualidade/premio-maria-de-sousa-apoia-cinco-jovens-cientistas-na-procura-de-novas-respostas-para-grandes-desafios-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cinco jovens investigadores portugueses vão receber até 30 mil euros cada para desenvolver projetos inovadores nas áreas das infeções, cancro, doenças neurodegenerativas, doenças autoimunes e neurociências. Luísa Fialho, Sara Isabel Fernandes, Tatiana Morais, Simão Teixeira e Ana Verónica Domingues são os vencedores da 6.ª edição do Prémio Maria de Sousa, atribuído pela Ordem dos Médicos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinco jovens investigadores portugueses vão receber até 30 mil euros cada para desenvolver projetos inovadores nas áreas das infeções, cancro, doenças neurodegenerativas, doenças autoimunes e neurociências. Luísa Fialho, Sara Isabel Fernandes, Tatiana Morais, Simão Teixeira e Ana Verónica Domingues são os vencedores da 6.ª edição do Prémio Maria de Sousa, atribuído pela Ordem dos Médicos e pela Fundação Bial.</p>
<p>Nesta edição do prémio, os projetos galardoados incluem a realização de estágios em centros de investigação de referência, localizados na Alemanha, Espanha, França e Portugal, promovendo o desenvolvimento de novas competências e colaborações científicas.</p>
<p>«O Prémio Maria de Sousa nasceu para perpetuar o nome de uma cientista excecional, mas também para dar continuidade àquilo que Maria de Sousa defendia: curiosidade, rigor e uma enorme confiança nas novas gerações de investigadores. Ao apoiar estes cinco jovens cientistas numa fase determinante dos seus percursos, queremos dar-lhes condições para desenvolverem ideias ambiciosas, estabelecerem novas colaborações e continuarem a fazer crescer a ciência portuguesa», afirma Luís Portela, Presidente da Fundação Bial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cinco projetos com potencial para mudar vidas</strong></p>
<p><strong>Luísa Fialho</strong>, investigadora do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto, foi distinguida pelo projeto “3DWoundControl – Estruturas 3D bioativas para a monitorização e controlo de feridas infetadas”, que incluirá um estágio no Bioengineering Institute of Technology (BIT) da Universidad Internacional de Cataluña, em Espanha.</p>
<p>A crescente resistência aos antibióticos compromete a eficácia dos tratamentos convencionais e aumenta o risco de complicações em feridas cutâneas, dificultando a cicatrização. Para responder a este desafio, o projeto pretende desenvolver um penso inteligente que combina a deteção visual de infeções com a libertação controlada de compostos antimicrobianos e regeneradores. Uma das suas camadas muda de cor na presença de infeção, enquanto a outra liberta substâncias que combatem as bactérias e promovem a regeneração dos tecidos.</p>
<p>Ao aliar a monitorização da infeção à ação antibacteriana e regeneradora, o projeto poderá contribuir para uma nova geração de pensos capazes de prevenir e tratar infeções, acelerar a cicatrização e reduzir a dependência de antibióticos convencionais.</p>
<p><strong>Sara Isabel Fernandes</strong>, investigadora do Vlaams Instituut voor Biotechnologie (VIB), na Bélgica, foi distinguida pelo projeto “Metabolismo de lípidos produzidos por células alveolares tipo 2 como alvo terapêutico em cancro do pulmão de não pequenas células”, que procura identificar novas formas de travar o crescimento do tipo mais frequente de cancro do pulmão.</p>
<p>O cancro do pulmão de não pequenas células representa cerca de 85% dos casos de cancro do pulmão, que continua a ser uma das principais causas de morte por cancro a nível mundial. No centro desta investigação estão as células alveolares tipo 2 (AT2), essenciais para o normal funcionamento do pulmão. O grupo de trabalho da investigadora demonstrou que metástases pulmonares do cancro da mama recrutam e reprogramam células AT2 para fornecer lípidos que favorecem o crescimento tumoral e que o bloqueio deste processo reduz o crescimento de metástases pulmonares em modelos pré-clínicos. O projeto pretende agora perceber se o mesmo mecanismo ocorre no cancro do pulmão primário, através da análise de amostras de doentes e de estudos em modelos pré-clínicos, procurando identificar novas estratégias para travar a progressão da doença.</p>
<p>O trabalho inclui um estágio no Porto, no i3S, no Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) e no Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), e procurará contribuir para identificar novos alvos terapêuticos para o cancro do pulmão. A investigadora pretende regressar a Portugal e criar um grupo de investigação independente dedicado ao metabolismo do cancro.</p>
<p><strong>Tatiana Morais</strong>, investigadora do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, foi distinguida pelo projeto “Modulação comportamental e cognitiva na doença de Alzheimer pelo metabolismo lipídico astrocitário”, que procura compreender como as alterações no metabolismo dos lípidos dos astrócitos contribuem para a progressão da doença de Alzheimer, nomeadamente para a atividade neuronal excessiva, as crises epiléticas e o declínio cognitivo.</p>
<p>Os astrócitos são células cerebrais que asseguram o suporte metabólico dos neurónios e regulam a comunicação entre eles. Na doença de Alzheimer, alterações no seu funcionamento, incluindo na produção e no transporte de lípidos, poderão contribuir para alterações da atividade neuronal e para o declínio cognitivo característicos da doença. O projeto vai estudar duas vias envolvidas nestes processos, procurando compreender o seu papel nesta doença e perceber de que forma alterações na sua atividade podem influenciar a progressão da doença.</p>
<p>A investigação inclui um estágio no Institute for Advanced Study do University Hospital rechts der Isar, da Technical University of Munich, na Alemanha, e pretende identificar alterações lipídicas e moleculares que possam constituir novos alvos terapêuticos para a doença de Alzheimer.</p>
<p><strong>Simão Teixeira</strong>, investigador do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, foi distinguido pelo projeto “<em>Mech-Arthur: </em>dissecando a mecanotransdução mediada por PIEZO1 na artrite autoimune”, que procura compreender como as forças físicas nas articulações influenciam as células do sistema imunitário envolvidas nesta doença.</p>
<p>A artrite autoimune é uma doença inflamatória crónica que provoca a destruição progressiva das articulações. O projeto centra-se nos linfócitos T, células fundamentais na resposta imunitária, e no canal que permite às células responder a estímulos mecânicos, como alterações de pressão ou rigidez. Para estudar este mecanismo, o investigador vai desenvolver nanopartículas, designadas “nanointerruptores”, que permitem controlar a atividade através de campos magnéticos e estudar o seu funcionamento em condições semelhantes às observadas em articulações afetadas pela doença.</p>
<p>A investigação inclui um estágio no Singular Centre for Research in Molecular Medicine and Chronic Diseases (CiMUS) da Universidade de Santiago de Compostela, em Espanha, e  pretende contribuir para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para a artrite autoimune e outras doenças autoimunes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Verónica Domingues</strong>, investigadora do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, foi distinguida pelo projeto “Modulação dos circuitos da área tegmental ventral pelo sistema opioide endógeno na aprendizagem associativa”, que procura compreender como diferentes substâncias produzidas pelo cérebro influenciam a aprendizagem e o comportamento.</p>
<p>A aprendizagem associativa é o processo através do qual o cérebro aprende que determinados sinais do ambiente anunciam algo agradável ou desagradável. Neste processo, destaca-se a área tegmental ventral (VTA), uma região cerebral importante para a aprendizagem e a motivação, onde os neurónios comunicam através de substâncias como a dopamina e a dinorfina, um opioide produzido naturalmente pelo cérebro. Partindo da observação de que a dinorfina é libertada nesta região durante a aprendizagem, o projeto vai estudar a origem destes sinais e de que forma influenciam a atividade neuronal e a aprendizagem associada a experiências positivas e negativas.</p>
<p>A investigação inclui um estágio na University of Côte d&#8217;Azur, em França, e pretende esclarecer o papel da dinorfina na forma como o cérebro aprende e adapta o comportamento perante experiências positivas e negativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investir na investigação é investir na saúde do futuro</strong></p>
<p>«Investir nos jovens investigadores é investir no futuro da medicina e da saúde em Portugal. Iniciativas como o Prémio Maria de Sousa são fundamentais para reconhecer o talento, o rigor e a dedicação de uma nova geração de cientistas, criando oportunidades para que desenvolvam projetos ambiciosos, em colaboração com centros de excelência, e contribuam para melhorar a vida das pessoas», afirma Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos.</p>
<p>A cerimónia de entrega da 6.ª edição do Prémio Maria de Sousa decorre hoje, às 15h30, no Auditório da Ordem dos Médicos em Lisboa, e contará com a presença da Secretária de Estado da Ciência e Inovação, Helena Canhão, bem como de Luís Ferreira, Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, e de Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos.</p>
<p>Os trabalhos vencedores foram selecionados por um Júri presidido pelo neurocientista Rui Costa, presidente e diretor executivo do Allen Institute, nos Estados Unidos, que também estará presente na cerimónia de entrega.</p>
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		<item>
		<title>Hipertensão: 85% dos doentes mantêm pressão arterial controlada três anos após intervenção terapêutica</title>
		<link>https://newsfarma.pt/my-especialidades/hipertensao-85-dos-doentes-mantem-pressao-arterial-controlada-tres-anos-apos-intervencao-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[My - Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo GPHT-PT, conduzido por Jorge Polónia e Raul Marques Pereira, demonstra controlo tensional sustentado e elevada persistência terapêutica em doentes acompanhados nos cuidados de saúde primários. Quase 88% mantinham uma terapêutica baseada em associação terapêutica na reavaliação. Leia o artigo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo GPHT-PT, conduzido por <strong>Jorge Polónia</strong> e <strong>Raul Marques Pereira</strong>, demonstra controlo tensional sustentado e elevada persistência terapêutica em doentes acompanhados nos cuidados de saúde primários. Quase 88% mantinham uma terapêutica baseada em associação terapêutica na reavaliação.</p>
<p>Leia o artigo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/my-especialidades/hipertensao-85-dos-doentes-mantem-pressao-arterial-controlada-tres-anos-apos-intervencao-terapeutica/">Hipertensão: 85% dos doentes mantêm pressão arterial controlada três anos após intervenção terapêutica</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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		<item>
		<title>Sobreviver ao cancro: a importância do seguimento multidisciplinar contínuo para responder aos desafios da cura</title>
		<link>https://newsfarma.pt/my-especialidades/sobreviver-ao-cancro-a-importancia-do-seguimento-multidisciplinar-continuo-para-responder-aos-desafios-da-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:33:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[My - Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[My Gastrenterologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os avanços no tratamento do cancro digestivo estão a permitir curar cada vez mais doentes, mas a transição para a sobrevivência exige cuidados multidisciplinares estruturados que deem resposta ao impacto psicológico, às sequelas na fertilidade e à importância do exercício físico. As conclusões foram destacadas por Paulo Luz, oncologista na Unidade Local de Saúde do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os avanços no tratamento do cancro digestivo estão a permitir curar cada vez mais doentes, mas a transição para a sobrevivência exige cuidados multidisciplinares estruturados que deem resposta ao impacto psicológico, às sequelas na fertilidade e à importância do exercício físico. As conclusões foram destacadas por <strong>Paulo Luz</strong>, oncologista na Unidade Local de Saúde do Algarve, que moderou a sessão dedicada ao tema “Sobreviver ao cancro”, integrada no programa do 22.º Congresso Nacional de Cancro Digestivo, realizado na Figueira da Foz.</p>
<p>Assista à entrevista.</p>
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		<item>
		<title>Obesidade e rim: a abordagem integrada do endoscópio ao bisturi</title>
		<link>https://newsfarma.pt/my-especialidades/obesidade-e-rim-a-abordagem-integrada-do-endoscopio-ao-bisturi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[My - Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[My Obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Bernardes Antunes, gastroenterologista na ULS Matosinhos, participou na mesa-redonda “Obesidade e Rim” no Encontro Renal 2026 com a palestra “Abordagem integrada no tratamento da obesidade: do endoscópio ao bisturi”. Em entrevista, o especialista defendeu o papel da Gastroenterologia na patologia e reforçou a importância de uma abordagem verdadeiramente multidisciplinar na gestão do doente com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Pedro Bernardes Antunes</strong>, gastroenterologista na ULS Matosinhos, participou na mesa-redonda “Obesidade e Rim” no Encontro Renal 2026 com a palestra “Abordagem integrada no tratamento da obesidade: do endoscópio ao bisturi”. Em entrevista, o especialista defendeu o papel da Gastroenterologia na patologia e reforçou a importância de uma abordagem verdadeiramente multidisciplinar na gestão do doente com obesidade.</p>
<p>Veja o vídeo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“O futuro está assegurado e a Cardiologia portuguesa tem um enorme talento”</title>
		<link>https://newsfarma.pt/my-especialidades/o-futuro-esta-assegurado-e-a-cardiologia-portuguesa-tem-um-enorme-talento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2026 12:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[My - Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[My Cardiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dia e meio de partilha intensa de evidência científica, debate aprofundado das mais recentes diretrizes e homenagens marcaram o “What’s New Cardiology 2026”. Em jeito de balanço, Lino Gonçalves, presidente da comissão organizadora, manifestou satisfação pelo elevado nível das discussões entre peritos nacionais e internacionais e destacou a forte mobilização das novas gerações. Veja [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia e meio de partilha intensa de evidência científica, debate aprofundado das mais recentes diretrizes e homenagens marcaram o “What’s New Cardiology 2026”. Em jeito de balanço, <strong>Lino Gonçalves</strong>, presidente da comissão organizadora, manifestou satisfação pelo elevado nível das discussões entre peritos nacionais e internacionais e destacou a forte mobilização das novas gerações.</p>
<p>Veja a entrevista realizada no último dia do evento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/my-especialidades/o-futuro-esta-assegurado-e-a-cardiologia-portuguesa-tem-um-enorme-talento/">“O futuro está assegurado e a Cardiologia portuguesa tem um enorme talento”</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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