Ricardo Santos, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Alto Ave, destaca o papel transformador da inteligência artificial (IA) na seleção embrionária e na gestão de prognósticos em tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA).
Para o médico, esta tecnologia não só aumenta as taxas de sucesso clínico, como funciona como uma ferramenta essencial para gerir as expectativas dos casais, permitindo decisões baseadas em dados reais e promovendo uma visão proativa sobre o planeamento da vida reprodutiva. Assista à entrevista.

