O tratamento dos linfomas agressivos mudou radicalmente nos últimos anos, oferecendo agora respostas mais rápidas e duradouras e novas possibilidades mesmo para doentes que recaem precocemente, tal como sublinhou Maria Gomes da Silva, do IPO de Lisboa, em entrevista à News Farma durante a Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH).
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