Silencioso nas fases iniciais, o cancro do fígado continua a representar um importante desafio de saúde pública. Apesar da evolução dos meios de diagnóstico e tratamento, muitos casos são identificados numa fase avançada, quando as possibilidades de tratamento curativo são mais limitadas. Mas há razões para agir: uma parte significativa destes tumores pode ser prevenida. Neste artigo, Joana Espírito Santo, internista e membro da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), aborda a evolução epidemiológica do cancro do fígado, os principais fatores de risco e os desafios da prevenção e do diagnóstico precoce, destacando a importância de cuidados personalizados e centrados no doente.
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