O diagnóstico de cancro do pulmão exige uma resposta clínica imediata e altamente diferenciada, mas o foco exclusivo na doença oncológica pode mascarar outras patologias coexistentes com impacto na qualidade de vida. Em artigo de opinião, Margarida Dias, diretora do Serviço de Pneumologia da Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho, defende uma abordagem integradora entre a oncologia pulmonar e a Medicina do Sono, destacando a oportunidade de promover a cessação tabágica e o rastreio da doença em doentes com apneia do sono.
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