As estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI) emergem como um cenário crítico e muitas vezes invisível no acompanhamento das demências em Portugal. No âmbito do projeto SINDIA, o investigador Miguel Padeiro analisa como as desigualdades socioespaciais influenciam o diagnóstico e o cuidado nestas instituições, revelando que mais de metade dos residentes apresenta défice cognitivo, embora uma parte significativa careça de diagnóstico formal.
O estudo sublinha a urgência de uma maior colaboração entre a Neurologia e o setor social para superar barreiras económicas e territoriais que limitam o acesso a cuidados especializados.
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