A visão clássica da diabetes dividida apenas em tipo 1 e tipo 2 está a ficar para trás. Uma percentagem relevante de doentes não encaixa nestas categorias e pode beneficiar de abordagens diagnósticas e terapêuticas mais personalizadas. Ângela Santos Neves, da ULS Baixo Mondego, foi moderadora da sessão “Atualização em diabetes: E se não for diabetes tipo 2”, durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026.
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