A crescente prevalência da doença de Alzheimer exige um papel cada vez mais ativo dos médicos de Medicina Geral e Familiar (MGF) no acompanhamento dos doentes. Miguel Tábuas Pereira, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, sublinhou que, embora a MGF seja essencial para o diagnóstico precoce e a gestão de complicações, a formação atual na especialidade ainda não os prepara devidamente para esta responsabilidade.
Por isso, defende que a colaboração com a Neurologia e Psiquiatria é crucial para melhorar a qualidade do acompanhamento e facilitar a vida dos doentes e das suas famílias. Assista à entrevista.

