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Doença de Alzheimer: o papel fulcral da MGF e o desafio das lacunas na formação

A crescente prevalência da doença de Alzheimer exige um papel cada vez mais ativo dos médicos de Medicina Geral e Familiar (MGF) no acompanhamento dos doentes. Miguel Tábuas Pereira, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, sublinhou que, embora a MGF seja essencial para o diagnóstico precoce e a gestão de complicações, a formação atual na especialidade ainda não os prepara devidamente para esta responsabilidade.

Por isso, defende que a colaboração com a Neurologia e Psiquiatria é crucial para melhorar a qualidade do acompanhamento e facilitar a vida dos doentes e das suas famílias. Assista à entrevista.

Quinta-feira, 25 Junho 2026 12:25

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