O risco cardiovascular do século XXI já não se explica apenas por hábitos individuais. A poluição do ar e as temperaturas extremas atuam como fatores silenciosos, mensuráveis e evitáveis. Segundo Rui Osório Valente, especialista em Medicina Interna no Hospital Lusíadas Lisboa e membro da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose, ignorá-los é comprometer a prevenção, reconhecê-los é assumir que proteger o coração passa por agir também sobre o clima.
Leia o artigo de opinião.

