A chegada de terapêuticas desenhadas especificamente para atuar na fisiopatologia da enxaqueca elevou o nível de exigência dos neurologistas quanto ao sucesso clínico. No Fórum de Neurologia, após a sessão “Cefaleias – Manejo dos novos fármacos preventivos da enxaqueca”, Filipe Palavra fez o balanço das grandes mensagens.
Em entrevista, o especialista defende que o acesso precoce a estas moléculas inovadoras — incluindo os anticorpos monoclonais e os gepantes — é crucial para transformar o quotidiano dos doentes, sublinhando que a facilidade de manuseamento destes fármacos abre portas a uma prescrição segura também nos Cuidados de Saúde Primários.
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