Portugal surge entre os países da OCDE com maior consumo de antidepressivos, mas essa posição não deve ser interpretada como sinónimo de uso inadequado da medicação. A mensagem é deixada pelo secretário da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental (SPPSM), Pedro Morgado, que defende que o aumento da prescrição resulta sobretudo de um diagnóstico mais precoce, de uma maior procura de cuidados e da elevada prevalência de doença psiquiátrica no país.
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