s novas recomendações europeias de 2026 para a insuficiência cardíaca marcaram os debates da VII Reunião Anual do Núcleo de Estudos de Insuficiência Cardíaca (NEIC), ao introduzirem uma mudança na classificação fenotípica e na abordagem preventiva da doença. Cândida Fonseca, especialista da ULS Lisboa Ocidental e moderadora da sessão dedicada ao tema, defende que o futuro do tratamento exige maior organização e trabalho em rede entre os vários centros nacionais.
Assista às declarações.

