Um recente estudo global publicado na revista The Lancet revelou que cerca de 2,7 mil milhões de pessoas no mundo são fumadoras passivas, provocando mais de 1,6 milhões de mortes prematuras por ano. Em artigo de opinião, Daniela Madama, pneumologista e membro do Grupo de Estudos do Cancro do Pulmão (GECP), analisa a gravidade destes números.
A especialista alerta para os mecanismos oncogénicos do fumo não filtrado, a vulnerabilidade das mais de 760 milhões de crianças expostas e a urgência de medidas de Saúde Pública que travem a estagnação desta ameaça em ambientes domésticos e públicos.
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