Três décadas de avanços transformaram o cancro do pulmão de uma doença com abordagens genéricas numa patologia de tratamento personalizado. À margem da reunião BRIDGING, organizada pela AstraZeneca Portugal, Encarnação Teixeira, pneumologista com vasta experiência, recordou o trajeto desde as limitadas opções terapêuticas da década de 90 até à revolução dos biomarcadores e da imunoterapia. Com o foco na personalização das decisões clínicas e no acesso rápido à inovação, a especialista destaca o papel fundamental de novas moléculas que permitiram alcançar taxas de sobrevivência anteriormente impensáveis, especialmente em estadios localmente avançado e metastático.
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