Em entrevista à News Farma, António Marinho, diretor da Unidade de Imunologia Clínica da ULS de Santo António, defende que a escolha da via de administração das imunoglobulinas deve transcender os marcadores laboratoriais para se focar no “fenótipo humano”.
O especialista analisa as vantagens clínicas da via subcutânea (IGSC), da estabilidade farmacocinética à redução de reações sistémicas, e aponta os caminhos para superar as barreiras culturais e logísticas que ainda limitam a sua utilização em Portugal. Para o clínico, priorizar a IGSC é, acima de tudo, devolver tempo e previsibilidade à vida dos doentes.
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