Em comunicado, Duarte Correia, presidente da APED, explica que “este ano queremos reforçar e enfatizar a importância de tratar de forma adequada e precoce a dor crónica para que possamos melhorar a qualidade de vida destas pessoas, as suas capacidades e desempenho laboral, diminuindo o presencismo no local de trabalho, as baixas médicas ou reformas antecipadas, e ainda minorando o recurso ao SNS, porque os doentes com dor crónica não controlada, recorrem com mais frequência aos centros de saúde, às consultas e urgências hospitalares”.
Na sessão comemorativa serão anunciados os laureados das bolsas “APED de apoio à formação na área da dor” e entregues os prémios “Desenhar a Minha Dor”, “Revista Dor/Bene Farmacêutica”, “Jornalismo Dor” e “Grünenthal Dor”.
A dor associada à neuropatia diabética é um dos temas em destaque nas comemorações deste ano. “Este tipo de dor afetava gravemente a qualidade de vida, as atividades diárias do doente, a sua independência pessoal, a sua capacidade laboral, e restringe as suas relações interpessoais. A doença neuropática é um problema de saúde pública, devendo todos os médicos estar adequadamente familiarizados com o seu diagnóstico e tratamento.”
A APED tem por objetivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor. Para mais informações consulte www.aped-dor.com.
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) vai promover uma sessão comemorativa do Dia Nacional de Luta Contra a Dor, no próximo dia 17 de outubro. Agendada para as 17h00, terá lugar na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.