A presidente do conselho de administração explicou que a prioridade é “levar a cabo a construção do novo edifício de ambulatório”.
“A atual dispersão dos serviços de ambulatório é ineficiente, duplica meios humanos, duplica meios técnicos, não promove o trabalho em equipa e não é uma estrutura humanizadora, obriga a que os doentes fragilizados façam longos percursos a pé pelo exterior. Só com o novo edifício edificado, será possível estar à altura destes 100 anos e prosseguimos da melhor forma a nossa missão”, afirmou.
Fonte: Lusa