Shingrix recebeu aprovação da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), em março de 2018, para a prevenção do herpes zoster, uma doença que surge na sequência da reativação do vírus varicela zoster (VZV), o mesmo vírus que causa varicela. Quase todos os adultos têm o VZV latente no seu sistema nervoso, que pode ser reativado com o avançar da idade. Efetivamente, mais de 90% das pessoas com mais de 50 anos vivem com o vírus e um em cada três adultos vão desenvolver herpes zoster ao longo da vida.
“O risco de desenvolver herpes zoster aumenta com a idade, uma vez que o nosso sistema imunitário torna-se gradualmente menos capaz de responder eficazmente a determinadas ameças. Shingrix foi desenvolvida especificamente para superar este declínio na função imunitária e ajudar a proteger as pessoas à medida que envelhecem. Estamos muito entusiasmados e orgulhosos em poder disponibilizar à população portuguesa esta vacina inovadora, que pode ajudar a reduzir o impacto desta doença tão dolorosa”, explica o Dr. Eduardo de Gomensoro, diretor médico de vacinas da GSK Portugal.
Shingrix, disponível em 11 países Europeus, é a primeira vacina contra o herpes zoster a combinar um antigénio não-vivo com um adjuvante especificamente desenvolvido para ativar uma resposta robusta e direcionada do sistema imunitário contra o VZV.
“O impacto do herpes zoster na qualidade de vida de um grande número de pessoas é muito significativo, especialmente quando falamos de doentes que desenvolvem nevralgia pós-herpética que é, muitas vezes, especialmente difícil de tratar e que se pode prolongar ao longo de muitos meses. É uma ótima notícia podermos contar com esta vacina em Portugal, para nos poder ajudar a proteger milhares de portugueses do herpes zoster” considera o Dr. Raul Marques Pereira, coordenador do Grupo de Estudos da Dor da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar.
