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	<title>Arquivo de News Farma - News Farma</title>
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	<description>Comunicamos Saúde.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 09:41:59 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de News Farma - News Farma</title>
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		<title>#BreakTalks: especialistas debatem o futuro das dependências, a evolução das políticas públicas e a redução de danos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terceira e última sessão das BreakTalks, promovida pela News Farma, encerrou o ciclo de debates colocando em reflexão as mudanças necessárias nas políticas públicas para acompanhar os avanços científicos e reforçar as estratégias de redução de danos. O encontro reuniu um painel de especialistas constituído por João Goulão, perito na gestão de comportamentos aditivos, Paulo Vitória, psicólogo e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira e última sessão das BreakTalks, promovida pela News Farma, encerrou o ciclo de debates colocando em reflexão as mudanças necessárias nas políticas públicas para acompanhar os avanços científicos e reforçar as estratégias de redução de danos. O encontro reuniu um painel de especialistas constituído por <strong>João Goulão, </strong>perito na gestão de comportamentos aditivos, <strong>Paulo Vitória, </strong>psicólogo e professor na Universidade da Beira Interior, <strong>João Faria, </strong>psicólogo clínico, <strong>José Queiroz, </strong>psicólogo e presidente da Agência Piaget para o Desenvolvimento – APDES, <strong>Elsa Lavado, </strong>da Unidade de Estatística e Investigação do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências – ICAD e <strong>Elsa Belo, </strong>diretora técnica da Associação Ares do Pinhal, que alertaram para a urgência de adaptar o sistema sem desmantelar as respostas existentes. Veja o vídeo <em>best of</em>.</p>
<p><iframe title="001_best of_Break Talks (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1209828340?h=a6d406802b&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p>Durante a sessão, os peritos convergiram na ideia de que os novos desafios trazidos pelas adições sem substância (como os videojogos, o <em>gambling</em> ou o uso problemático de ecrãs) não podem significar a desativação ou o desvio de recursos das respostas já consolidadas para os consumos tradicionais de substâncias, como as drogas duras ou o álcool. Para proteger a população, salientou-se a urgência de atualizar o enquadramento legislativo e a literacia desde a infância — com formação preventiva desde o ensino pré-escolar —, ao mesmo tempo que se apelou a uma maior regulamentação sobre produtos aditivos e ao combate a pressões populistas que ameacem a matriz humanista do modelo português.</p>
<p>No plano da intervenção e da redução de danos, o painel destacou a necessidade de desburocratizar o sistema, encurtar a distância entre a produção de dados estatísticos e o terreno e acabar com o isolamento institucional. Defendeu-se uma abordagem integrada e multissetorial, que una a saúde à ação social e à habitação, crie pontes entre os setores público e privado e promova “portas abertas” e empáticas nos serviços. Além disso, propôs-se o reforço do financiamento e a descentralização dos cuidados através dos Cuidados de Saúde Primários e da gestão comunitária local, garantindo que as políticas públicas se moldem de forma ágil às reais necessidades e ao sofrimento dos utentes.</p>
<p>Acompanhe as Break Talks <a href="https://mediconews.pt/tag/break-talks/">aqui</a>.</p>
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		<title>Estudo revela que diferentes mecanismos da raiva podem exigir terapias personalizadas</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/estudo-revela-que-diferentes-mecanismos-da-raiva-podem-exigir-terapias-personalizadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de ser uma emoção fundamental para a adaptação humana, a raiva continua a ser uma das emoções menos estudadas pela ciência. Liliana Capitão explicou que dificuldades na sua regulação estão associadas a diversas perturbações de saúde mental, problemas interpessoais e até a um maior risco de doença cardiovascular. Por isso, compreender como cérebro, organismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de ser uma emoção fundamental para a adaptação humana, a raiva continua a ser uma das emoções menos estudadas pela ciência. Liliana Capitão explicou que dificuldades na sua regulação estão associadas a diversas perturbações de saúde mental, problemas interpessoais e até a um maior risco de doença cardiovascular. Por isso, compreender como cérebro, organismo e comportamento interagem para gerar e regular esta emoção constitui um dos grandes desafios da investigação atual.</p>
<p>Durante o projeto, a equipa encontrou resultados inesperados. A investigadora revelou que a relação entre a raiva e o processamento de sinais de ameaça é muito mais complexa do que inicialmente se pensava. Em vez de existir um único mecanismo responsável pela forma como respondemos à raiva, os resultados demonstraram que diferentes formas de experienciar e regular esta emoção se refletem em padrões distintos de processamento inconsciente, perceção consciente e funcionamento do sistema nervoso autónomo. Segundo Liliana Capitão, esta visão integrada ajuda a explicar porque diferentes pessoas experienciam e regulam a raiva de formas tão distintas.</p>
<p>Questionada sobre o impacto clínico destas conclusões, a investigadora considera que os resultados poderão contribuir para desenvolver intervenções terapêuticas mais eficazes para pessoas com perturbações da regulação emocional. Em declarações à <em>News Farma</em>, explicou que duas pessoas com dificuldades em controlar a raiva podem apresentar mecanismos biológicos diferentes e, por isso, necessitar de estratégias terapêuticas distintas. No futuro, identificar quais os processos alterados em cada indivíduo poderá permitir desenvolver abordagens mais personalizadas, bem como utilizar marcadores cognitivos e fisiológicos para monitorizar objetivamente a resposta aos tratamentos. A investigadora admite ainda que este conhecimento poderá abrir caminho ao desenvolvimento de estratégias de <em>biofeedback </em>dirigidas à regulação das respostas fisiológicas associadas à raiva.</p>
<p>Liliana Capitão sublinha igualmente que o apoio da Fundação Bial foi decisivo para concretizar uma investigação desta dimensão. O financiamento permitiu integrar tarefas cognitivas de processamento emocional, monitorização fisiológica e técnicas de neuroimagem funcional, reunindo uma equipa multidisciplinar e equipamentos altamente especializados que dificilmente teriam sido possíveis de outra forma.</p>
<p>Para o futuro, a investigadora acredita que o projeto estabelece uma base sólida para identificar marcadores cognitivos, fisiológicos e cerebrais associados à vulnerabilidade para dificuldades na regulação da raiva. Este conhecimento poderá apoiar estudos longitudinais e clínicos e contribuir, a longo prazo, para estratégias mais precoces, objetivas e personalizadas na prevenção e tratamento de perturbações em que esta emoção desempenha um papel central.</p>
<p>A Fundação Bial tem aberto novo programa de Apoios a Projetos de Investigação Científica nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia, com o objetivo de incentivar o estudo científico do ser humano, tanto do ponto de vista físico como espiritual. O regulamento e a documentação do programa estão disponíveis <a href="https://www.fundacaobial.com/apoios/programa-apoios-investigacao-cientifica">aqui</a>. As candidaturas vão estar abertas até 31 de agosto de 2026.</p>
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		<title>Estudo ajuda a compreender mecanismos cerebrais envolvidos nas alucinações auditivas da esquizofrenia</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/estudo-ajuda-a-compreender-mecanismos-cerebrais-envolvidos-nas-alucinacoes-auditivas-da-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto partiu de uma questão central das neurociências cognitivas: de que forma o cérebro constrói a experiência do &#8220;eu&#8221; durante a comunicação vocal. Como explicou Ana Pinheiro à News Farma, embora reconhecer que fomos nós a falar e identificar a voz como sendo nossa pareçam experiências inseparáveis, tratam-se de processos distintos, designados por sentido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto partiu de uma questão central das neurociências cognitivas: de que forma o cérebro constrói a experiência do &#8220;eu&#8221; durante a comunicação vocal. Como explicou Ana Pinheiro à News Farma, embora reconhecer que fomos nós a falar e identificar a voz como sendo nossa pareçam experiências inseparáveis, tratam-se de processos distintos, designados por sentido de agência e sentido de pertença (<em>ownership</em>). Compreender estes mecanismos é essencial para perceber como o cérebro distingue aquilo que é gerado pelas nossas próprias ações daquilo que tem origem no exterior.</p>
<p>Ao longo da investigação, a equipa demonstrou precisamente que estes dois processos não dependem do mesmo mecanismo cerebral. Em declarações à <em>News Farma</em>, Ana Pinheiro revelou que esta foi a maior surpresa do projeto, contrariando a ideia dominante de que ambas as experiências resultariam do mesmo processo neurocognitivo. Os resultados mostram que o cérebro processa separadamente a informação que permite concluir &#8220;fui eu que falei&#8221; e aquela que permite reconhecer &#8220;esta é a minha voz&#8221;, sugerindo que a construção desta experiência decorre de forma gradual e através de mecanismos especializados.</p>
<p>Questionada sobre a relevância clínica destas conclusões, a investigadora considera que os resultados oferecem um novo enquadramento para compreender doenças como a esquizofrenia. Segundo explicou, nas alucinações auditivas uma das hipóteses mais aceites é que o cérebro atribui a pensamentos ou representações internas uma origem externa, fazendo com que sejam experienciados como vozes de outras pessoas. Ao demonstrar que o sentido de agência e o sentido de pertença dependem de mecanismos distintos, este trabalho permitirá investigar de forma mais precisa quais destes processos poderão estar alterados em diferentes doentes, contribuindo, no futuro, para modelos de diagnóstico e intervenção mais eficazes.</p>
<p>Para Ana Pinheiro, o apoio da Fundação Bial foi determinante para tornar possível uma investigação desta complexidade. A investigadora explica que o financiamento permitiu desenvolver paradigmas experimentais inovadores e reunir uma equipa multidisciplinar capaz de estudar processos neurocognitivos que decorrem em apenas alguns milissegundos, criando as condições necessárias para aprofundar o conhecimento sobre a forma como o cérebro constrói a experiência do &#8220;eu&#8221;.</p>
<p>O trabalho abre agora novas linhas de investigação. A equipa pretende compreender como estas diferentes dimensões do &#8220;self vocal&#8221; evoluem ao longo da vida, desde a infância ao envelhecimento, e de que forma podem ser alteradas em diversas perturbações neurológicas e psiquiátricas. A longo prazo, este conhecimento poderá contribuir para compreender melhor como o cérebro mantém uma representação estável da própria voz, mesmo quando esta se modifica ao longo dos anos.</p>
<p>A Fundação Bial tem aberto novo programa de Apoios a Projetos de Investigação Científica nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia, com o objetivo de incentivar o estudo científico do ser humano, tanto do ponto de vista físico como espiritual. O regulamento e a documentação do programa estão disponíveis <a href="https://www.fundacaobial.com/apoios/programa-apoios-investigacao-cientifica">aqui</a>. As candidaturas vão estar abertas até 31 de agosto de 2026.</p>
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		<item>
		<title>Estudo da UCP compara impacto cerebral do mindfulness e da oração e revela efeitos em sentidos opostos</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/estudo-da-ucp-compara-impacto-cerebral-do-mindfulness-e-da-oracao-e-revela-efeitos-em-sentidos-opostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:29:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neurociência da religião e a neurociência da meditação desenvolveram-se, ao longo das últimas décadas, em caminhos paralelos. &#8220;A neurociência da religião/espiritualidade e a neurociência da meditação desenvolveram-se, em larga medida, em paralelo, mas raramente se cruzaram numa comparação direta e controlada&#8221;, começou por explicar Paulo Dias. O investigador salientou que o trabalho se inscreve [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A neurociência da religião e a neurociência da meditação desenvolveram-se, ao longo das últimas décadas, em caminhos paralelos. &#8220;A neurociência da religião/espiritualidade e a neurociência da meditação desenvolveram-se, em larga medida, em paralelo, mas raramente se cruzaram numa comparação direta e controlada&#8221;, começou por explicar Paulo Dias. O investigador salientou que o trabalho se inscreve no paradigma científico atual, o qual rejeita a ideia de que exista &#8220;um &#8216;ponto de Deus&#8217; no cérebro&#8221;, entendendo antes estes fenómenos como emergentes de &#8220;redes cerebrais de uso geral&#8221;, associadas à atenção, controlo executivo e processamento de si próprio.</p>
<p>Um dos aspetos que mais impressionou a equipa foi a rapidez com que os efeitos se manifestaram na função cerebral. O docente da UCP confessou que a equipa teve &#8220;alguma surpresa sobre o efeito da prática num espaço tão curto&#8221;, subsistindo a dúvida sobre se seria notória &#8220;uma diferença funcional ou estrutural numa intervenção com um intervalo de tempo de cinco dias&#8221;. Contudo, a descoberta mais inesperada residiu na modulação em sentidos opostos da mesma rede cerebral. &#8220;Seria plausível supor que duas práticas contemplativas intensivas empurrassem a função cerebral na mesma direção. Aconteceu o contrário&#8221;, destacou. Na Rede Frontoestriada, associada ao controlo executivo, a conetividade funcional &#8220;aumentou no grupo que realizou <em>mindfulness</em> e diminuiu no grupo que realizou exercícios espirituais&#8221;, revelando &#8220;uma dissociação clara entre as duas práticas&#8221;. Curiosamente, a Rede de Modo Padrão (<em>Default Mode Network</em>), habitualmente tida como a &#8220;&#8216;assinatura&#8217; da meditação&#8221;, não mostrou uma interação significativa.</p>
<p>Apesar do curto período da intervenção, a equipa observou aumentos de densidade de substância cinzenta no córtex insular, no giro frontal inferior e no polo temporal. Interrogado sobre o impacto prático destas alterações no quotidiano de uma pessoa saudável, Paulo Dias frisou que &#8220;convém ser rigoroso quanto ao que os dados permitem afirmar&#8221;, lembrando que o estudo não mediu diretamente desfechos comportamentais. No entanto, o especialista admitiu ser plausível que o reforço desta &#8220;&#8216;infraestrutura&#8217; possa favorecer, no quotidiano de uma pessoa saudável, uma melhor consciência de si, mais equilíbrio emocional e melhor gestão do <em>stress</em>&#8220;. Ainda assim, reforçou que &#8220;confirmar um “impacto real” no quotidiano exigirá estudos que meçam explicitamente comportamento e experiência subjetiva&#8221;.</p>
<p>Para viabilizar uma investigação com este nível de exigência logística e financeira, o apoio da Fundação Bial revelou-se &#8220;essencial&#8221;. O investigador explicou que a Fundação possui uma &#8220;vocação temática que se ajusta a um trabalho interdisciplinar e de maior risco exploratório como este, que outras linhas de financiamento mais convencionais poderiam não priorizar&#8221;, permitindo realizar exames de ressonância magnética 3T em múltiplos momentos e coordenar retiros com facilitadores especializados.</p>
<p>Perspetivando o futuro, o docente da UCP adiantou que o estudo abre portas a vários caminhos, com destaque para a área clínica. &#8220;Se o <em>mindfulness</em> fortalece o controlo executivo e a oração inaciana favorece um estado mais recetivo, torna-se possível pensar em adequar diferentes práticas contemplativas a diferentes objetivos e populações&#8221;, concluiu Paulo Dias, antecipando uma aproximação cada vez maior entre a neurociência e o estudo da experiência religiosa e espiritual.</p>
<p>A Fundação Bial tem aberto novo programa de Apoios a Projetos de Investigação Científica nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia, com o objetivo de incentivar o estudo científico do ser humano, tanto do ponto de vista físico como espiritual. O regulamento e a documentação do programa estão disponíveis <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/url?q%3Dhttps://www.google.com/url?q%253Dhttps://www.fundacaobial.com/pt-PT/apoios/programa-apoios-investigacao-cientifica%2526source%253Dgmail-imap%2526ust%253D1776329248000000%2526usg%253DAOvVaw3UBTOQ93y6FV-3vkFSN-iC%26source%3Dgmail-imap%26ust%3D1785753669000000%26usg%3DAOvVaw0h9-C6ik7DEY--_o8m1MQV&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1785836733000000&amp;usg=AOvVaw09q2VGSlE1S4owD7mC5stV">aqui</a>. As candidaturas vão estar abertas até 31 de agosto de 2026.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hepatites: prevenir, diagnosticar e tratar</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/hepatites-prevenir-diagnosticar-e-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 14:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anualmente, a 28 de julho, celebra-se o Dia Mundial da Hepatite, data escolhida em homenagem a Barush Blumberg, o cientista vencedor do Prémio Nobel que descobriu o vírus da hepatite B. O termo hepatite refere-se genericamente a uma inflamação do fígado. Um nome simples, para uma realidade que pode tornar-se muito complexa. Esta inflamação pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Anualmente, a 28 de julho, celebra-se o Dia Mundial da Hepatite, data escolhida em homenagem a Barush Blumberg, o cientista vencedor do Prémio Nobel que descobriu o vírus da hepatite B.</p>
<p>O termo hepatite refere-se genericamente a uma inflamação do fígado. Um nome simples, para uma realidade que pode tornar-se muito complexa. Esta inflamação pode ter causas diversas tais como o álcool, doenças autoimunes, acumulação excessiva de gordura ou certos medicamentos, destacando-se pela sua frequência e pelo impacto que têm a nível mundial, os vírus. Das hepatites virais, os vírus da hepatite B e C que assumem grande relevância, pela sua capacidade de evoluir para doença cronica e progredir silenciosamente para formas graves de doença hepática, nomeadamente fibrose avançada (cirrose) com insuficiência hepática e aumento do risco de cancro do fígado.</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu como objetivos eliminar as hepatites virais B e C como ameaça à saúde publica até 2030, focando-se em duas metas principais: a redução de novas infeções em 80% e a redução da mortalidade em 65%.</p>
<p>Para que isso aconteça, é preciso agir em três frentes: prevenir, diagnosticar e tratar.</p>
<p>Prevenir: conhecer as formas de transmissão é um dos passos mais importantes para prevenir a doença. No caso da hepatite B, a via mais comum é o contacto sexual desprotegido; também se pode transmitir pela partilha de objetos de uso pessoal que possam ter vestígios de sangue, como escovas de dentes ou laminas de barbear, pelo uso de agulhas, seringas ou instrumentos mal esterilizados em contexto médico, dentário, de tatuagens ou piercings, e de mãe para filho durante o parto. A hepatite C transmite-se essencialmente pelo sangue, bastando uma quantidade mínima de sangue contaminado para que o vírus passe de uma pessoa para outra – através da partilha de seringas, de instrumentos cortantes ou perfurantes não esterilizados, ou de qualquer ferida em contacto com sangue infetado; a transmissão sexual é rara.  É também de realçar que nenhum destes vírus é transmitido por contactos sociais quotidianos. Partilhar refeições, dar um abraço ou um aperto de mão não representa qualquer risco. Ainda no capítulo da prevenção, de referir que apesar de não existir ainda não existir vacina para a hepatite C, ela existe para a hepatite B, e é segura e eficaz; em Portugal está incluída no Plano Nacional de Vacinação desde 1994.</p>
<p>Diagnosticar: contraída a infeção, importa fazer um diagnóstico tão precoce quanto possível. Sabe-se que uma parte significativa dos infetados ignora que tem a doença – porque nunca foi rastreada ou porque nunca teve sintomas. Uma simples analise ao sangue é suficiente. O programa nacional para as hepatites virais preconiza a inclusão da análise ALT (alanina aminotransferase) na avaliação global de saúde e propõe a realização do teste da hepatite B e C pelo menos uma vez na vida.</p>
<p>Tratar: o tratamento das hepatites B e C evoluiu de forma notável nas últimas décadas. A hepatite C é hoje uma doença curável com a toma de comprimidos entre 8 e 12 semanas, eliminando o vírus em mais de 95% dos casos.  Já na hepatite B, embora não exista atualmente um tratamento que elimine completamente o vírus, existem medicamentos que conseguem controlá-lo de forma muito eficaz, reduzindo o risco de lesão do fígado.</p>
<p>Quando a inflamação do fígado se mantém durante muitos anos, o tecido saudável vai sendo progressivamente substituído por tecido cicatricial – a fibrose. À medida que esta cicatrização aumenta, o fígado perde a capacidade de desempenhar as suas funções normais. Nos casos mais avançados desenvolve-se cirrose que pode ter complicações graves, desde a acumulação de líquido abdominal (ascite) até ao cancro do fígado.</p>
<p>A prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento alteram drasticamente este processo. Portugal criou o Programa Nacional para as Hepatites Virais em 2016, e o nosso país é hoje um exemplo internacional de boas práticas nesta área.</p>
<p>Neste dia 28 de julho, a mensagem é simples: conhecer as hepatites é o primeiro passo para as prevenir; uma vacina pode evitar uma doença grave; um teste simples pode fazer a diferença &#8211; fale com o seu médico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;The empathic heart&#8221; desvenda o papel dos sinais cardíacos na empatia e cognição social</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/the-empathic-heart-desvenda-o-papel-dos-sinais-cardiacos-na-empatia-e-cognicao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 13:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo da interoceção – a capacidade de perceber sinais do próprio corpo, como o batimento cardíaco – tem crescido na última década. Carlos Campos começou por explicar à News Farma que, embora a ciência já soubesse que estes sinais regulam funções básicas, emoções e decisões, faltava compreender &#8220;até que ponto a informação proveniente do [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/by-news-farma/the-empathic-heart-desvenda-o-papel-dos-sinais-cardiacos-na-empatia-e-cognicao-social/">&#8220;The empathic heart&#8221; desvenda o papel dos sinais cardíacos na empatia e cognição social</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo da interoceção – a capacidade de perceber sinais do próprio corpo, como o batimento cardíaco – tem crescido na última década. Carlos Campos começou por explicar à News Farma que, embora a ciência já soubesse que estes sinais regulam funções básicas, emoções e decisões, faltava compreender &#8220;até que ponto a informação proveniente do nosso corpo contribui para compreendermos os estados emocionais e mentais das outras pessoas&#8221;. Segundo o investigador, foi para preencher esta lacuna que nasceu o projeto &#8220;The Empathic Heart&#8221; (projeto Fundação Bial 127/22), desenhado para combinar medidas neurofisiológicas com marcadores cerebrais e explicar fenómenos complexos como a empatia.</p>
<p>Questionado sobre a dificuldade técnica de isolar o sinal do coração perante tantos estímulos que o cérebro processa continuamente, o especialista admitiu que esse foi &#8220;um dos maiores desafios do projeto&#8221;. Para o ultrapassar, a equipa registou em simultâneo a atividade elétrica do cérebro (EEG) e do coração (ECG). O investigador pormenorizou que a equipa utilizou o sinal cardíaco para identificar cada batimento e alinhar fragmentos do sinal cerebral em torno desses momentos, implementando uma <em>pipeline</em> analítica avançada. Curiosamente, Carlos Campos partilhou que a equipa aprendeu que &#8220;eliminar demasiado ruído nem sempre melhora a qualidade dos dados&#8221;, adotando por isso uma abordagem mais equilibrada.</p>
<p>Durante o processo, os investigadores depararam-se com dados inesperados. Em declarações à News Farma, Carlos Campos revelou que a maior surpresa foi constatar a enorme sensibilidade dos potenciais evocados cardíacos a pequenas alterações nos procedimentos experimentais e de análise. O especialista explicou que aquilo que parecia simples de reproduzir, com base na literatura, revelou-se complexo e exigiu a realização de um estudo adicional de validação. Contudo, o investigador considera que esse obstáculo se tornou numa oportunidade para ajudar a padronizar e dar robustez metodológica a esta área científica.</p>
<p>Sobre a viabilidade da investigação, Carlos Campos não teve dúvidas em afirmar que o apoio da Fundação Bial foi &#8220;absolutamente determinante&#8221;. Sendo uma investigação fundamental, cujo impacto clínico não é imediato, o investigador confessou que o projeto corria o risco de não se realizar sem este financiamento. Foi esta bolsa que permitiu alocar recursos humanos, envolver voluntários e divulgar o trabalho internacionalmente, passos vitais para no futuro se identificarem biomarcadores em perturbações psiquiátricas e neurológicas.</p>
<p>A concluir a entrevista, e perspetivando o futuro, o especialista revelou-se otimista. Carlos Campos garantiu que a metodologia provou ser suficientemente robusta para avançar para contextos mais próximos da clínica. O investigador adiantou que os próximos passos passarão por integrar estes indicadores em modelos de Saúde Mental, relacionando-os com quadros de ansiedade, depressão ou alexitimia. Adicionalmente, frisou que a sua posição no Centro de Investigação em Reabilitação do Politécnico do Porto lhe permitirá utilizar estas medidas objetivas para avaliar o impacto de intervenções como o <em>biofeedback</em>, a estimulação do nervo vago e a neuromodulação não invasiva.</p>
<p>A Fundação Bial tem aberto novo programa de Apoios a Projetos de Investigação Científica nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia, com o objetivo de incentivar o estudo científico do ser humano, tanto do ponto de vista físico como espiritual. O regulamento e a documentação do programa estão disponíveis <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.google.com/url?q%3Dhttps://www.google.com/url?q%253Dhttps://www.fundacaobial.com/pt-PT/apoios/programa-apoios-investigacao-cientifica%2526source%253Dgmail-imap%2526ust%253D1776329248000000%2526usg%253DAOvVaw3UBTOQ93y6FV-3vkFSN-iC%26source%3Dgmail-imap%26ust%3D1785753669000000%26usg%3DAOvVaw0h9-C6ik7DEY--_o8m1MQV&amp;source=gmail-imap&amp;ust=1785836733000000&amp;usg=AOvVaw09q2VGSlE1S4owD7mC5stV">aqui</a>. As candidaturas vão estar abertas até 31 de agosto de 2026.</p>
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		<title>Fórum Saber Mais Apoiar Melhor exige rapidez no acesso à inovação terapêutica em carta aberta a Adalberto Campos Fernandes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seis associações de doentes entregaram uma carta aberta a Adalberto Campos Fernandes, coordenador do Pacto Estratégico para a Saúde. O objetivo é claro: exigir medidas imediatas para agilizar o acesso a medicamentos inovadores e encurtar os longos prazos de decisão que colocam Portugal na cauda da Europa. No documento, as organizações defendem que a inovação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis associações de doentes entregaram uma carta aberta a Adalberto Campos Fernandes, coordenador do Pacto Estratégico para a Saúde. O objetivo é claro: exigir medidas imediatas para agilizar o acesso a medicamentos inovadores e encurtar os longos prazos de decisão que colocam Portugal na cauda da Europa. No documento, as organizações defendem que a inovação terapêutica deve ser uma das prioridades estratégicas absolutas do novo pacto, atualmente em fase de desenho.</p>
<p>O ponto de partida deste protesto formal é a excessiva morosidade do país na disponibilização de novos fármacos. As associações recordam que, de acordo com os dados do <em>Patients W.A.I.T. Indicators 2024</em>, Portugal ocupa a penúltima posição europeia no tempo de espera para que estes medicamentos fiquem acessíveis.</p>
<p>Segundo, Joaquim Brites, representante do <em>steering committee </em>do Fórum Saber Mais, Apoiar Melhor e presidente da Associação Portuguesa de Neuromusculares, &#8220;<em>&#8220;&#8230;este atraso, ao qual assistimos e que impõe limitações clínicas e funcionais às pessoas, ultrapassa a dimensão técnica</em> e traduz-se em sofrimento evitável, oportunidades perdidas e vidas em suspenso à espera de decisões que, noutros países, são tomadas vários meses antes&#8221;.</p>
<p>Mais do que apontar o dedo ao problema, as seis entidades decidiram colocar soluções concretas em cima da mesa. Entre as principais propostas apresentadas destacam-se:</p>
<ul>
<li>Reforma do INFARMED: Reformulação urgente dos procedimentos de avaliação e decisão do regulador nacional.</li>
<li>Novos modelos de financiamento: Adoção de modelos de partilha de risco e de sistemas de pagamento associados aos resultados clínicos reais.</li>
<li>Voz aos doentes: Maior incorporação da experiência real e da perspetiva dos doentes na avaliação de tecnologias de saúde.</li>
<li>Foco nas doenças raras: Criação de mecanismos dedicados e estabelecimento de um limiar de custo-efetividade próprio para estas patologias, com uma QALY (Anos de Vida Ajustados pela Qualidade) adaptada à sua realidade específica.</li>
</ul>
<p>O documento surge num momento crucial, coincidindo com a preparação do país para aplicar o novo Regulamento Europeu de Avaliação de Tecnologias de Saúde. Para as associações, esta é uma &#8220;ocasião única&#8221; para harmonizar critérios e aproximar Portugal dos padrões europeus. No entanto, o sucesso desta transição dependerá de três fatores fundamentais: vontade política, reforço da capacidade técnica e um compromisso firme com a transparência.</p>
<p>Na mensagem dirigida a Adalberto Campos Fernandes, os utentes sublinham que a força do Pacto para a Saúde dependerá da capacidade de ouvir quem vive o problema no terreno, exigindo que os doentes sejam vistos como parceiros e não meros destinatários.</p>
<p>O Fórum encerra o documento com um apelo à ação, mostrando-se totalmente disponível para colaborar na construção de soluções.</p>
<p>&#8220;O acesso à inovação deve deixar de ser um tema adiado para passar a ser um compromisso assumido, porque um medicamento só é eficaz se chegar a tempo a quem dele precisa&#8221;, defende Joaquim Brites.</p>
<p>A missiva é subscrita por seis organizações de referência no panorama da saúde em Portugal: Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), Associação Portuguesa de Neuromusculares (APN), Europacolon Portugal, Alzheimer Portugal, Movimento Oncológico Ginecológico (MOG) e Associação Portuguesa de Psoríase (PSOPortugal).</p>
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		<title>“Há muita permissividade na utilização destas tecnologias, necessitamos de políticas mais incisivas”</title>
		<link>https://newsfarma.pt/by-news-farma/ha-muita-permissividade-na-utilizacao-destas-tecnologias-necessitamos-de-politicas-mais-incisivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A urgência de preparar as novas gerações para os inevitáveis estímulos do mundo digital e das substâncias dominou a intervenção do psiquiatra Rodrigo Coutinho. O especialista falou à margem da segunda sessão das #BreakTalks, uma iniciativa promovida pela News Farma, que se focou no “Tratamento dos comportamentos aditivos: estratégias públicas e respostas no terreno”. Na sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A urgência de preparar as novas gerações para os inevitáveis estímulos do mundo digital e das substâncias dominou a intervenção do psiquiatra <strong>Rodrigo Coutinho</strong>. O especialista falou à margem da segunda sessão das #BreakTalks, uma iniciativa promovida pela News Farma, que se focou no “Tratamento dos comportamentos aditivos: estratégias públicas e respostas no terreno”. Na sua análise, alertou para o perigo de se ignorar o impacto dos ecrãs e apelou a uma maior responsabilização de toda a sociedade.</p>
<p><iframe title="RODRIGO COUTINHO" src="https://player.vimeo.com/video/1188156666?h=879b740d09&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p dir="ltr">Para o médico, o contacto com as redes sociais, o digital e até o uso de substâncias são situações difusas, mas que “acabam sempre por ser inevitáveis na vida das pessoas”. O grande problema, lamenta, é a falta de preparação. Rodrigo Coutinho defende que apostar na literacia é “fundamental”, porque quanto mais fortalecermos as crianças e adolescentes, “maior a possibilidade de esses riscos serem minimizados e evitados”.</p>
<p dir="ltr">O psiquiatra adverte ainda que a gestão das novas adições tecnológicas é “mais complicada” porque estas “estão muito mais difundidas”, com acesso diário garantido. Face a este cenário, o especialista é perentório: “Parece-me que tem que haver uma política mais agressiva ou incisiva em relação aos riscos destes instrumentos e destes estímulos, que possam ajudar também os miúdos a perceber o que pode ser negativo para eles no uso indevido ou exagerado”. Rodrigo Coutinho conclui com uma crítica à atitude generalizada dos adultos, sentindo que “há muita permissividade na utilização dessas tecnologias” e que se desvaloriza a sua “influência muito intensa e por vezes muito negativa nos miúdos”.</p>
<p dir="ltr">Acompanhe as Break Talks <a href="https://mediconews.pt/tag/break-talks/">aqui</a>.</p>
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		<title>“A normalização não é sinónimo de segurança”: Elsa Lavado propõe um ecossistema único para lidar com as dependências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dedicada a explorar os novos desafios da área das dependências, a segunda sessão das #BreakTalks — uma iniciativa com a chancela da News Farma, subordinada ao tema “Tratamento dos comportamentos aditivos: estratégias públicas e respostas no terreno” — serviu de palco à reflexão de Elsa Lavado. A técnica superior na Unidade de Estatística e Investigação do [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/by-news-farma/a-normalizacao-nao-e-sinonimo-de-seguranca-elsa-lavado-propoe-um-ecossistema-unico-para-lidar-com-as-dependencias/">“A normalização não é sinónimo de segurança”: Elsa Lavado propõe um ecossistema único para lidar com as dependências</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dedicada a explorar os novos desafios da área das dependências, a segunda sessão das #BreakTalks — uma iniciativa com a chancela da News Farma, subordinada ao tema “Tratamento dos comportamentos aditivos: estratégias públicas e respostas no terreno” — serviu de palco à reflexão de <strong>Elsa Lavado</strong>. A técnica superior na Unidade de Estatística e Investigação do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) alertou que a sociedade atual está a transitar de um paradigma focado na gestão de consumos para uma complexa gestão de riscos.</p>
<p><iframe title="Elsa Lavado" src="https://player.vimeo.com/video/1188154992?h=e8527d2292&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p>Durante a sua intervenção, a especialista manifestou preocupação com a crescente aceitação de certos comportamentos, destacando o exemplo do jogo. Elsa Lavado sublinhou a enorme dificuldade prática em estabelecer a fronteira que separa um hábito diário da perda de controlo e da dependência. Deixando o aviso claro de que a “normalização não é sinónimo de segurança”, a técnica do ICAD defendeu uma alteração estrutural na abordagem: as áreas da prevenção, da redução de riscos e minimização de danos, e do tratamento já não devem operar isoladamente como fases sucessivas, mas sim “trabalhar em conjunto num ecossistema coerente e único”.</p>
<p>Para compreender e atuar sobre estas dinâmicas sociais fluidas, Elsa Lavado enfatizou o papel vital da monitorização contínua através de estudos quantitativos e qualitativos promovidos pelo ICAD. Mencionando inquéritos nacionais à população, avaliações no Dia da Defesa Nacional, diagnósticos a jovens e relatórios focados no ecrã, a especialista explicou que o acompanhamento destas tendências é crucial. O objetivo final destas investigações, rematou, passa por “nortear e dar pistas para que as políticas públicas possam, de forma mais eficaz, dar resposta a este novo panorama de riscos”.</p>
<p>Acompanhe as Break Talks <a href="https://mediconews.pt/tag/break-talks/">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/by-news-farma/a-normalizacao-nao-e-sinonimo-de-seguranca-elsa-lavado-propoe-um-ecossistema-unico-para-lidar-com-as-dependencias/">“A normalização não é sinónimo de segurança”: Elsa Lavado propõe um ecossistema único para lidar com as dependências</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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		<item>
		<title>EHS 2026: os melhores momentos em vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Branquinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[By News Farma]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro de Congressos da Alfândega do Porto recebeu o 48.º Congresso Internacional Anual da Sociedade Europeia de Hérnia (EHS 2026), deixando um legado de ciência inovadora, um recorde absoluto de participantes de todo o mundo e momentos inesquecíveis de networking no Porto. Dos debates de alta intensidade no palco à mestria prática nas salas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/by-news-farma/ehs-2026-os-melhores-momentos-em-video/">EHS 2026: os melhores momentos em vídeo</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="container">
<div id="model-response-message-contentr_6bfec9692635add1" class="markdown markdown-main-panel enable-luminous-fast-follows stronger enable-updated-hr-color" dir="ltr" aria-live="off" aria-busy="false">
<p data-path-to-node="1">O Centro de Congressos da Alfândega do Porto recebeu o 48.º Congresso Internacional Anual da Sociedade Europeia de Hérnia (EHS 2026), deixando um legado de ciência inovadora, um recorde absoluto de participantes de todo o mundo e momentos inesquecíveis de <i data-path-to-node="1" data-index-in-node="230">networking </i>no Porto. Dos debates de alta intensidade no palco à mestria prática nas salas de formação, o evento demonstrou uma especialidade que opera no pico absoluto da inovação. A News Farma esteve presente e preparou um vídeo exclusivo com os principais destaques, <i data-path-to-node="1" data-index-in-node="521">masterclasses</i> e momentos marcantes que moldaram o congresso deste ano.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="001_BEST OF EHS 2026" src="https://player.vimeo.com/video/1199448800?h=f15d175c11&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://newsfarma.pt/by-news-farma/ehs-2026-os-melhores-momentos-em-video/">EHS 2026: os melhores momentos em vídeo</a> aparece primeiro em <a href="https://newsfarma.pt">News Farma</a>.</p>
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