O ano de 2025 marcou um ponto de viragem no tratamento do carcinoma do pulmão de pequenas células (CPPC), quebrando um conjunto de anos sem avanços significativos. Num artigo de opinião, Inês Brandão Rego, especialista em Oncologia Médica na ULS São João e no Hospital Lusíadas Porto, analisa as três mensagens-chave que estão a redefinir a prática clínica: a consolidação no estadio precoce, as novas estratégias de manutenção no estadio avançado e a emergência de terapias inovadoras para a recorrência, como os anticorpos biespecíficos.
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