O tratamento do cancro do rim enfrenta um debate quando o foco recai sobre o grupo de risco favorável. Por apresentarem um prognóstico muito positivo e uma sobrevivência longa, surge o dilema sobre a necessidade de intensificar o tratamento com combinações terapêuticas que, embora eficazes, trazem consigo uma toxicidade acrescida. Para André Mansinho, especialista em Oncologia na ULS Santa Maria, a discussão centra-se em perceber se o benefício imediato justifica o impacto na qualidade de vida de doentes que podem ter uma evolução lenta da patologia.
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