A utilização dos inibidores das ciclinas no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2− já faz parte da prática clínica. No entanto, a sua escolha continua a exigir uma avaliação cuidada de múltiplos fatores, como o perfil de risco da doença, as comorbilidades e o perfil de toxicidade de cada fármaco.
A perspetiva foi partilhada por Ana Ferreira, coordenadora da Clínica de Mama do IPO do Porto, à margem da sessão Lilly “Vida além da sobrevivência: nova era no tratamento adjuvante do cancro da mama RH+/HER2−”, realizada no âmbito dos Encontros da Primavera 2026.
Assista à entrevista.

