A introdução de uma nova terapêutica no Serviço Nacional de Saúde (SNS) representa um avanço no tratamento de tumores sólidos, em particular no cancro do pulmão. Em associação com quimioterapia, esta nova abordagem vem responder a uma lacuna terapêutica até agora existente, podendo alterar o prognóstico e a estratégia de tratamento de determinados grupos de doentes. Em entrevista, Ana Figueiredo, da ULS de Coimbra, destaca o impacto prático desta aprovação no contexto clínico e no acesso às terapias.
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