A biópsia líquida, através da análise de componentes como o ctDNA e as células tumorais circulantes (CTC), consolidou-se como uma mudança paradigmática na Oncologia de precisão. Num artigo de opinião assinado por José Carlos Machado, da Faculdade de Medicina do Porto, aborda-se o papel central desta ferramenta que vai muito além do diagnóstico inicial.
O especialista explica como a sequenciação de nova geração (NGS) permite agora acompanhar a evolução clonal do tumor, antecipar mecanismos de resistência e rastrear a doença residual mínima (DRM), abrindo uma janela de oportunidade crucial para personalizar tratamentos e prever recidivas meses antes da imagem convencional.
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